Connect with us

Empreendedorismo

5 erros para evitar na hora de fazer o Imposto de Renda

Prublicadas

sobre

Tempo de Leitura:6 Minuto, 36 Segundo


Contador explica como alguns cuidados são importantes para não cair na malha fina

Alguns cuidados são importantes para não cair na malha fina Alguns cuidados são importantes para não cair na malha fina Imagem: rafastockbr | Shutterstock

A entrega da Declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física (DIRPF) 2024 deve ser feita entre os dias 15 de março e 31 de maio, segundo a Receita Federal. Por isso, é muito importante saber por onde começar a preencher o documento, ou ainda, fazer uma revisão do que não pode faltar na declaração.

Nesse sentido, André Charone, contador, professor universitário e autor do livro Declaração de Imposto de Renda: Dicas e truques que o Leão não quer que você saiba, compartilha os 5 erros mais comuns que você deve evitar e o que não pode faltar na sua declaração. Confira!

1. Omitir os rendimentos

Um dos erros mais frequentes, segundo André Charone, é a omissão de rendimentos. Isso pode incluir esquecer de declarar parte do salário, rendimentos de aluguéis ou ganhos de capital. “Todos os rendimentos recebidos durante o ano devem ser reportados, incluindo aqueles isentos ou não tributáveis. A omissão, seja por esquecimento ou desconhecimento, é um dos principais motivos para cair na malha fina”, enfatiza.

Para evitar cair na armadilha da omissão de rendimentos, ele recomenda manter uma organização rigorosa de todos os documentos ao longo do ano, incluindo comprovantes de rendimento fornecidos pelos empregadores, extratos bancários, comprovantes de recebimento de aluguéis, entre outros. “Uma prática recomendada é criar um arquivo, físico ou digital, onde esses documentos possam ser facilmente acessados durante a preparação da declaração”, sugere.

2. Colocar os dados incorretos ou incompletos

O erro de fornecer dados incorretos ou incompletos na Declaração de Imposto de Renda é um tropeço comum que pode levar os contribuintes direto para a malha fina da Receita Federal. Este erro abrange uma ampla gama de equívocos, desde simples erros de digitação até a falta de informações essenciais que podem afetar o cálculo do imposto devido.

Parece trivial, mas um simples número trocado no CPF de um dependente, ou um erro no valor declarado de um rendimento pode causar discrepâncias significativas na declaração. Essas diferenças são facilmente detectadas pelos sistemas da Receita Federal, que cruzam uma vasta quantidade de dados para validar as informações fornecidas.

André Charone salienta a importância de uma revisão cuidadosa. “Uma verificação meticulosa dos dados inseridos pode prevenir uma série de dores de cabeça. Algo tão simples quanto um erro de digitação pode atrasar o processamento da sua declaração e, potencialmente, levar a uma auditoria mais detalhada”, afirma.

3. Despesas médicas incompatíveis

As despesas médicas são um dos pontos que mais geram dúvidas na hora de preencher a Declaração de Imposto de Renda, e, segundo André Charone, também são uma das áreas mais propensas a erros que podem levar o contribuinte a cair na malha fina. Isso se deve, em grande parte, à complexidade das regras que regem quais despesas podem ser deduzidas e como elas devem ser reportadas.

Um dos erros mais comuns é a tentativa de deduzir despesas médicas não permitidas pela legislação. O profissional alerta que nem todos os gastos podem ser deduzidos. Despesas com medicamentos, por exemplo, só são dedutíveis quando incluídas na conta hospitalar.

“É fundamental que o contribuinte tenha conhecimento sobre o que é ou não dedutível. A inclusão de gastos não permitidos pode ser facilmente identificada pela Receita Federal, aumentando o risco de cair na malha fina”, explica André Charone.

Superestimação e falta de documentação dos medicamentos

Outra questão relevante é a superestimação de despesas ou a inclusão de despesas de pessoas que não sejam dependentes legalmente declarados na declaração do Imposto de Renda. André Charone esclarece: “Todos os gastos médicos declarados precisam ser comprováveis por meio de documentação oficial, que inclui notas fiscais e recibos detalhados. Além disso, as despesas devem se referir exclusivamente ao contribuinte ou a seus dependentes oficialmente declarados”, afirma.

Por último, a falta de documentação comprobatória adequada é um erro que frequentemente coloca os contribuintes na mira da Receita Federal. “A Receita pode solicitar a apresentação dos comprovantes de despesas médicas a qualquer momento, e não possuir esses documentos pode resultar em ajustes na declaração e, consequentemente, em multas ou outras penalidades”, diz André Charone.

Declarar o rendimento dos dependentes incorretamente é um dos erros que faz os contribuintes caírem na malha fina Imagem: Alina Troeva | Shutterstock

4. Declarar o rendimento dos dependentes errado

A declaração de rendimentos de dependentes no Imposto de Renda é uma área que, frequentemente, é fonte de erros críticos, podendo facilmente conduzir o contribuinte à malha fina da Receita Federal. André Charone destaca a importância de uma abordagem meticulosa e informada ao declarar essas informações, ressaltando três aspectos principais que requerem atenção especial:

Incluir os rendimentos

Primeiramente, é comum que os contribuintes esqueçam de incluir na declaração os rendimentos recebidos por seus dependentes. Tal omissão pode levar a discrepâncias significativas nas informações fornecidas à Receita Federal.

“Todos os rendimentos recebidos pelos dependentes, seja de trabalho, aluguéis ou investimentos, devem ser cuidadosamente reportados. A Receita tem meios sofisticados para cruzar informações, e qualquer inconsistência pode ser facilmente detectada”, explica André Charone.

Identificação e qualificação

Além disso, a correta identificação dos dependentes e a atribuição adequada de seus rendimentos são essenciais. André Charone alerta para a necessidade de verificar se os dependentes se qualificam segundo as normas da Receita Federal, o que inclui avaliar a relação de dependência, limites de idade para filhos e enteados, e outras condições específicas que determinam a elegibilidade. “A legislação fiscal é clara quanto às condições que um dependente deve atender para ser incluído na declaração. Ignorar essas regras pode resultar em problemas sérios com a Receita”, adverte.

Comprovantes

Por último, a documentação comprobatória dos rendimentos dos dependentes deve ser mantida de forma organizada e acessível. André Charone enfatiza a importância de reunir comprovantes de renda, como contracheques, comprovantes de rendimentos de aluguéis, e informes de rendimentos de instituições financeiras. “A organização documental não só facilita a declaração correta dos rendimentos, como também prepara o contribuinte para qualquer eventual necessidade de comprovação junto à Receita Federal”, afirma.

5. Não consultar o processamento da declaração

A etapa final, e não menos importante no processo de declaração do Imposto de Renda, é a consulta ao processamento da declaração pela Receita Federal. Essa prática é crucial para identificar precocemente qualquer erro ou discrepância que possa ter passado despercebido durante o preenchimento. André Charone reforça a importância dessa etapa, enfatizando que ela representa uma oportunidade valiosa para o contribuinte corrigir falhas antes de receber uma eventual notificação da Receita Federal.

A consulta ao processamento permite que o contribuinte verifique o status da declaração e, mais importante, identifique se caiu na malha fina por algum dos erros discutidos anteriormente. “Ao consultar regularmente o processamento da sua declaração no portal e-CAC da Receita Federal, o contribuinte pode agir proativamente, corrigindo erros através da declaração retificadora antes que a situação escale para uma convocação formal ou, em casos mais graves, para uma auditoria”, explica André Charone.

A declaração retificadora é uma ferramenta poderosa à disposição do contribuinte, permitindo a correção de dados incorretos, omissos ou incompletos, sem penalidades, desde que a iniciativa parta do próprio contribuinte e antes de qualquer ação iniciada pela Receita. “Essa proatividade não apenas demonstra a boa-fé do contribuinte, como também pode simplificar o processo de regularização, evitando multas e juros que poderiam ser aplicados posteriormente”, complementa.

Por Rodrigo Almeida





Fonte: Jovem Pan

Empreendedorismo

6 dicas para se destacar no mercado de trabalho

Prublicadas

sobre

Tempo de Leitura:3 Minuto, 24 Segundo


Não basta ter diploma e experiência, é preciso saber ressaltar os pontos positivos certos

Reconhecer os seus diferenciais é uma maneira de se destacar dos concorrentes no mercado de trabalho Reconhecer os seus diferenciais é uma maneira de se destacar dos concorrentes no mercado de trabalho Imagem: Grommik | Shutterstock

Não é novidade que o mercado de trabalho e suas dinâmicas estão em constante evolução, impulsionadas por inovações tecnológicas, mudanças nas demandas dos consumidores e transformações socioeconômicas.

Mas com a chegada da Inteligência Artificial Generativa (IAG), a maneira de executar um bom trabalho será cada vez mais impactada, o que leva também a entender qual é a melhor forma de se destacar profissionalmente e conseguir as oportunidades desejadas, conforme destaca Milena Brentan, fundadora da MB People e mentora de carreiras.

A inteligência artificial generativa, que inclui tecnologias como GPT-4 e seus sucessores, já revolucionou diversas áreas, desde a criação de conteúdo até a automação de processos complexos. Segundo um estudo do Fórum Econômico Mundial, até 2025, cerca de 85 milhões de empregos podem ser deslocados pela automação, mas, simultaneamente, surgirão 97 milhões de novos empregos adaptados à nova divisão do trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos.

Nesse contexto, a habilidade de integrar e utilizar a IAG de forma eficaz se torna um diferencial significativo no mercado. A seguir, confira algumas dicas práticas para se destacar no mercado atual!

1. Conheça os seus diferenciais

Autoconhecimento: faça uma análise profunda de suas habilidades, experiências e talentos únicos. Identifique o que você faz melhor que a maioria e como essas habilidades podem agregar valor à empresa.

Personal branding: crie uma marca pessoal forte que reflita seus diferenciais. Use plataformas como LinkedIn para compartilhar suas realizações, conhecimentos e opiniões sobre tendências do setor.

2. Utilize a IA para otimizar o trabalho

Automatização de tarefas: identifique tarefas operacionais repetitivas que podem ser automatizadas utilizando ferramentas de inteligência artificial. Isso pode incluir agendamento de reuniões, filtragem de e-mails, criação de relatórios, entre outros.

Aprimoramento de decisões: utilize a IA para analisar grandes volumes de dados e gerar ideias que possam informar suas decisões estratégicas. Ferramentas de análise preditiva podem ajudar a antecipar tendências e comportamentos de mercado.

3. Demonstre seu valor agregado

Contribuição estratégica: ao liberar tempo das tarefas operacionais, concentre-se em atividades que exigem criatividade, pensamento crítico e tomada de decisões estratégicas. Mostre como suas ações estão contribuindo para os objetivos da empresa.

Resultados tangíveis: sempre que possível, quantifique suas contribuições. Apresente resultados concretos e métricas que demonstrem seu impacto positivo na organização, como aumento de eficiência, redução de custos ou crescimento de receitas.

Participar de workshops e cursos demonstra compromisso com seu desenvolvimento profissional Imagem: Drazen Zigic | Shutterstock

4. Invista em uma capacitação contínua

Atualização profissional: participe de cursos e workshops focados em novas tecnologias e tendências do mercado. Estar atualizado demonstra compromisso com seu desenvolvimento profissional.

Habilidades híbridas: desenvolva um conjunto de habilidades híbridas que combinem conhecimentos técnicos e comportamentais. A combinação de hard skills e soft skills é cada vez mais valorizada.

5. Estabeleça um networking eficaz

Construção de relacionamentos: invista tempo em construir e manter relacionamentos profissionais. Participe de eventos da indústria, seminários e grupos de discussão online.

Mentoria e colaboração: busque mentores que possam guiá-lo no desenvolvimento de sua carreira e esteja aberto a colaborar com colegas, trocando conhecimentos e experiências.

6. Pratique a adaptação e a resiliência

Flexibilidade: esteja preparado para mudanças e novos desafios. A capacidade de se adaptar rapidamente a novas circunstâncias é uma habilidade valiosa.

Resiliência: mantenha a resiliência diante de adversidades. Desenvolver uma mentalidade resiliente ajuda a superar obstáculos e a continuar progredindo em sua carreira.

Por Milena Brentan





Fonte: Jovem Pan

Continue Lendo

Empreendedorismo

4 investimentos para aumentar os seus ganhos

Prublicadas

sobre

Tempo de Leitura:2 Minuto, 39 Segundo


Desbloqueie o potencial das suas finanças com opções inteligentes e rentáveis

Os investimentos são uma estratégia essencial para a construção e crescimento do capital profissional e empresarial Os investimentos são uma estratégia essencial para a construção e crescimento do capital profissional e empresarial Imagem: Art Genie | Shutterstock)

Investimentos são uma estratégia fundamental para a construção e o crescimento do capital pessoal e empresarial, permitindo rendimentos futuros. Contudo, investir de forma inteligente requer conhecimento, planejamento e uma análise cuidadosa das condições do mercado.

Para te ajudar nesse processo, confira 4 tipos de investimentos promissores!

1. Títulos do Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa do governo brasileiro que permite a compra de títulos públicos federais por pessoas físicas. Opções como Tesouro Selic, Tesouro IPCA e Tesouro Prefixado atendem diferentes perfis de investidores, proporcionando proteção contra a inflação e estabilidade.

O Tesouro Direto “é considerado um investimento seguro, pois os títulos são emitidos pelo próprio governo. Além disso, possui baixo custo, liquidez no vencimento garantida pelo Tesouro Nacional e acessibilidade, uma vez que é possível começar a investir com valores pequenos”, explica o analista financeiro Valtair Justino.

2. Certificados de Depósito Bancário (CDBs)

Outra opção de investimento é o CDB, ou Certificado de Depósito Bancário, título de renda fixa emitido por bancos para a captação de recursos junto aos investidores. Dessa forma, o banco realiza a captação, e o investidor recebe uma taxa de retorno sobre o capital investido, que pode ser prefixada, pós-fixada ou híbrida. A instituição utiliza o CDB para obter crédito para suas operações, o que pode incluir concessão de empréstimos e outras atividades financeiras.

LCI e LCA são isentos de imposto de renda para pessoas físicas e são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos Imagem: Ei Ywet | Shutterstock

3. Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA)

LCI e LCA são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras com o objetivo de captar recursos para financiar, respectivamente, o setor imobiliário e o agronegócio. Eles são isentos de imposto de renda para pessoas físicas e são garantidos pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

4. Fundos Imobiliários (Flls)

Embora envolvam mais riscos do que os títulos públicos, os FIIs são uma maneira segura de investir em imóveis. Eles proporcionam rendimentos regulares por meio de aluguéis e têm potencial de valorização do capital. Contudo, diferentemente dos demais, é essencial entender bem o funcionamento desse tipo de investimento para não perder dinheiro.

“Da mesma forma que existem médicos bons e médicos ruins, também existem fundos imobiliários interessantes e outros não. Se os fundos bons podem te fazer ganhar muito dinheiro, os ruins podem trazer grandes prejuízos. Então escolha muito bem no que você vai investir”, detalha o analista financeiro Valtair Justino.





Fonte: Jovem Pan

Continue Lendo

Empreendedorismo

7 cuidados importantes para a entrevista de emprego

Prublicadas

sobre

Tempo de Leitura:2 Minuto, 39 Segundo


É importante estar preparado para a entrevista de emprego É importante estar preparado para a entrevista de emprego Imagem: G-Stock Studio | Shutterstock

Preparar-se adequadamente para uma entrevista de emprego é um dos passos mais importantes para aumentar as chances de sucesso. “Quanto mais preparados estamos, mais chances de conseguirmos a vaga que sonhamos. Não basta simplesmente se aplicar na vaga dentro da empresa, ou em outro local, se não houver planejamento, estudo e disciplina”, afirma Fernanda de Morais, especialista em Posicionamento de Autoridade. 

A seguir, a profissional compartilha sete dicas para se preparar para uma entrevista de emprego. Confira!

1. Estude a empresa

Conhecer missão, visão, valores, notícias na mídia e últimos resultados divulgados pela empresa demonstra um cuidado especial e interesse em fazer parte do time.

2. Estude a vaga

Responder perguntas como “o que se espera de um colaborador nessa posição?” e “quais são as habilidades técnicas e comportamentais necessárias?” ajuda a alinhar suas competências com as expectativas da empresa.

3. Crie uma lista de possíveis perguntas

Treinar respostas para perguntas comuns de entrevistas ajuda a aumentar a confiança na hora da entrevista.

4. Saiba apresentar sua história

Apresentar cases de sucesso e relacionar suas experiências pessoais e profissionais com a vaga mostra desenvoltura e capacidade de adaptação.

5. Vestimenta adequada

A escolha da roupa deve estar alinhada com a cultura da empresa. “Caso seja uma empresa mais casual, cuidado com os excessos como decotes e barba por fazer. Vestimenta com cores mais sóbrias são bem-vindas, pois correm menos chances de errar”, recomenda Fernanda.

Os gestos e postura corporal também contam no momento da entrevista Imagem: Dean Drobot | Shutterstock

6. Treine a linguagem não-verbal

Olhar, postura corporal, tom de voz e gestos são detalhes que fazem diferença. 

7. Chegue com antecedência

Não chegar cedo demais nem próximo do horário agendado mostra pontualidade e respeito pelo tempo do entrevistador.

Lidando com as dúvidas e o nervosismo

Além dessas dicas, Fernanda reforça a importância de fazer perguntas para o entrevistador no momento adequado. “Deixe para o final ou para o momento que o recrutador sinalizar que é a hora certa de trazer as dúvidas”, sugere ela. Perguntas sobre os próximos passos no processo seletivo são mais apropriadas nas primeiras fases da entrevista.

Para lidar com o nervosismo, a preparação é fundamental. A especialista destaca que exercícios de respiração também podem ajudar a melhorar a concentração e a desenvoltura. Caso haja pontos a serem melhorados, é importante mostrar que já está fazendo algo para saná-los. “Por exemplo, se o inglês é um ponto fraco e é importante para a vaga, cite que está fazendo um curso”, aconselha Fernanda, ressaltando que a honestidade é imprescindível.

Por Lais Fiocchi 





Fonte: Jovem Pan

Continue Lendo

Popular