Meta diz que não vai assinar regras de inteligência artificial da Comissão Europeia

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Em publicação nas redes sociais, executivo da gigante da tecnologia afirma que ‘Código introduz uma série de incertezas jurídicas para os desenvolvedores de modelos’

JULIEN DE ROSA/AFPMeta
O código foi elaborado para ajudar a indústria a cumprir as regras da Lei da IA sobre IA de uso geral, que entrarão em vigor em 2 de agosto

A Meta não assinará o Código de Conduta da Comissão Europeia para modelos de inteligência artificial de uso geral (GPAI), após considerar que a Europa está trilhando o caminho errado em relação ao tema. “Revisamos cuidadosamente o Código de Conduta da Comissão Europeia para modelos de IA de uso geral (GPAI) e a Meta não o assinará”, disse o chefe de relações globais da companhia, Joel Kaplan, em um registro no X nesta sexta-feira (18).

“Este Código introduz uma série de incertezas jurídicas para os desenvolvedores de modelos, bem como medidas que vão muito além do escopo da Lei de IA”, afirmou o executivo. Kaplan disse que empresas e formuladores de políticas em toda a Europa se manifestaram contra esta regulamentação. No início deste mês, mais de 40 das maiores empresas europeias – incluindo Siemens, Airbus e BNP – assinaram uma carta solicitando que a Comissão “Pare o Relógio” em sua implementação, lembrou.

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“Compartilhamos as preocupações levantadas por essas empresas de que esse excesso irá limitar o desenvolvimento e a implantação de modelos de IA de ponta na Europa e prejudicar as empresas europeias que buscam construir negócios com base neles”, disse. O código foi elaborado para ajudar a indústria a cumprir as regras da Lei da IA sobre IA de uso geral, que entrarão em vigor em 2 de agosto de 2025 na União Europeia.

O objetivo do código é garantir que os modelos de IA de uso geral colocados no mercado europeu – incluindo os mais potentes – sejam seguros e transparentes, informou a Comissão Europeia. De acordo com a Comissão, a assinatura do código geraria redução dos encargos administrativos e permitirá uma maior segurança jurídica em comparação com os fornecedores que comprovam a conformidade de outras formas.

*Com informações do Estadão Conteúdo

 



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Fonte: Jovem Pan


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