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Americanas encerra operações e busca comprador para a Ame Digital

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Americanas encerra operações e busca comprador para a Ame Digital
Tempo de Leitura:2 Minuto, 38 Segundo


Em recuperação judicial, a Americanas ainda tenta arrumar a casa em meio aos efeitos da crise desencadeada, no início de 2023, por um escândalo contábil de R$ 25 bilhões. E, agora, em mais um passo nessa direção, quem está “pagando a conta” é a Ame Digital, fintech da varejista.

A rede de varejo informou na tarde de segunda-feira, 2 de setembro, que esse braço não irá mais atuar como uma plataforma autônoma de produtos e serviços financeiros, e que deixará de oferecer os serviços de conta de pagamento, credenciadora e de participante indireta do Pix.

Em outra medida, a Americanas anunciou que contratou a consultoria Centria Capital Partners como seu assessor financeiro para conduzir um processo de market sounding, ou seja, prospectar interessados na aquisição do CNPJ da Ame Digital.

Como parte desse pacote, além do registro em questão, os eventuais interessados na empresa terão acesso à licença de instituição de pagamento detida pela fintech e a outros ativos detidos pela operação.

Ao mesmo tempo, a Americanas observou que parte do time da Ame e das atividades que não estão no escopo de instituição de pagamento da Ame Digital serão transferidos para os seus quadros, passando a integrar a equipe de serviços financeiros da sua operação.

Nesse contexto, a rede varejista disse que o objetivo será concentrar esforços em um novo programa de fidelidade e na oferta de produtos e serviços financeiros para clientes e parceiros. Dessa vez, porém, em parceria com outras instituições e seguradoras.

Hoje, esse mesmo direcionamento foi destacado no próprio site da Ame Digital. A fintech ressalta que as contas serão encerradas e orienta os clientes a transferirem seus saldos para outras instituições ou efetuarem compras à vista nas lojas físicas da Americanas até o próximo dia 2 de novembro.

A Americanas acrescentou ainda que segue avaliando a possibilidade de alienação de outros ativos menores e não estratégicos que ainda compõem o grupo. Entre elas, as marcas Shoptime e Submarino, em processos também conduzidos pela Centria.

No acumulado de janeiro a setembro de 2023, último período em que a Americanas divulgou dados sobre a operação da Ame Digital, a fintech reportou uma queda de 63,8% em sua receita líquida, para R$ 547 milhões, na comparação com o mesmo intervalo de 2022.

Essas medidas, incluindo a potencial venda do CNPJ e a transferência de parte da equipe da Ame, já tinham sido sinalizadas durante a conferência há pouco mais de duas semanas, em conferência sobre os resultados de 2023 e do primeiro semestre de 2024 da Americanas.

Entre outros indicadores, a rede divulgou um prejuízo de R$ 1,4 bilhão nos primeiros seis meses de 2024, o que representou uma redução de 55,9% sobre a perda registrada em igual período do ano passado. No ano consolidado de 2023, por sua vez, o prejuízo foi de R$ 2,3 bilhões.

Por volta das 15h15, a ação AMER3, da Americanas, registrava alta de 15,9% na B3, cotadas a R$ 6,65. Em contrapartida, no acumulado de 2024, os papéis têm uma desvalorização de 96,9%. A varejista está avaliada em R$ 1,32 bilhão.



Fonte: Neofeed

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Academias no Marrocos são teste para Smart Fit acelerar expansão em outras regiões

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Com mais de 50% das suas academias espalhadas pela América Latina, a Smart Fit prepara a sua estreia na África. O país escolhido foi Marrocos, onde a rede vai inaugurar de uma vez quatro unidades. Esse é apenas o primeiro passo de uma meta bem mais audaciosa, disse o CEO Edgar Corona, durante o NeoConference, primeiro evento do NeoFeed, que aconteceu em São Paulo, em 10 de setembro.

“A Smart Fit está em 15 países, na América Latina inteira. Hoje, a gente já tem mais academias fora do Brasil do que no Brasil. Estramos no continente africano sempre do jeito que costumamos. Testamos o produto, entendemos o mercado e começamos a acelerar a expansão. E aí começamos a olhar outras geografias”, afirmou Corona.

O fundador da Smart Fit adiantou que as unidades na África devem ter uma área exclusiva de musculação feminina, o que percebeu ser uma adaptação necessária devido à predominância do islamismo no Marrocos.

Pelas regras do Alcorão, as muçulmanas devem cobrir o corpo e usar hijab (véu) na cabeça em público. Por isso, muitas academias em regiões islâmicas têm espaços dedicados apenas a mulheres. Assim, elas têm a liberdade de treinar usando roupas de ginástica justas e de deixar os cabelos à mostra.

Corona ainda afirmou estar atento a boas oportunidades de negócio, como considera a recente aquisição da Velocity, além de estar empenhado em fazer  o TotalPass aumentar a sua relevância no mercado brasileiro.

“Hoje, o TotalPass já é líder no México. Estamos crescendo fortemente no Brasil, com 21 mil academias, com Velocity exclusiva, Bio Ritmo exclusiva, Smart Fit exclusiva. Acho que também nesse mercado vamos conseguir ser bem-sucedidos e fazer atendimento para as empresas com custo menor, remunerando melhor as academias”, disse Corona.





Fonte: Neofeed

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Goldman Sachs e Citi analisam a venda da Linx. A Totvs está no páreo?

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Goldman Sachs e Citi analisam a venda da Linx. A Totvs está no páreo?
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Quatro anos depois de travar – e vencer – uma intensa disputa com a Totvs pela Linx, a Stone está buscando um comprador para a empresa de softwares de gestão para o varejo. Essa movimentação foi antecipada, com exclusividade, pelo NeoFeed, em matéria publicada na quinta-feira, 12 de setembro.

A empresa contratou o J.P. Morgan e o Morgan Stanley para encontrar um interessado na companhia, adquirida por R$ 6,7 bilhões. Nesse processo, a Totvs pode ser uma das candidatas a comprar a Linx. E por um valor muito mais baixo, dado que, hoje, o negócio vale metade do que a Stone pagou em 2020.

Com essa possibilidade na mesa, as discussões sobre uma eventual investida da Totvs já estão movimentando o mercado. E estão no centro de dois relatórios publicados nesta sexta-feira, 13 de setembro, pelo Goldman Sachs e o Citi.

“Acreditamos que um acordo poderia potencialmente trazer sinergias na meta da Totvs de expandir seu portfólio de Business Performance (historicamente direcionado a clientes menores do que o perfil típico de PME da Totvs) e torná-lo mais sofisticado”, ressaltou o Goldman Sachs.

Nessa frente, Vitor Tomita e Milenna Okamura, analistas do banco americano, observaram que muitas das ofertas da Linx foram projetadas para clientes de grande porte, um perfil que compõe, em grande parte, a carteira atendida pela companhia.

A dupla também destacou o potencial embutido na especialização da Linx em subsegmentos do varejo, a partir de uma série de aquisições feitas pela companhia. Esses M&As consolidaram seu domínio em verticais como vestuário, fast-food, postos de gasolina, farmácias e concessionárias de automóveis.

O banco também destacou que a gestão da Totvs ressaltou na call de resultados do segundo trimestre que os racionais estratégicos para a oferta feita pela Linx, em 2020, seguiam os mesmos. E que a empresa continuava interessada em comprar um software de gestão que expandisse sua oferta.

Nessa direção, o Goldman Sachs relembrou alguns tópicos da oferta na época. A complementaridade de segmentos atendidos foi justamente um desses temas, já que a Totvs é mais focada em setores como atacadistas e supermercados, com presença limitada nas verticais “dominadas” pela Linx.

Em outra linha, o fato de que a Totvs tem em suas fileiras do alto escalão diversos executivos com passagens pela Linx, entre eles, seu CEO, Dennis Herszkowicz, também foi destacado.

“Acreditamos que o conhecimento existente dos executivos sobre os negócios e ativos específicos da Linx pode ser benéfico na due-diligence e integração de qualquer eventual processo de fusão”, escreveu o Goldman, que têm recomendação neutra e preço-alvo de R$ 34 para a ação da Totvs.

O Citi, por sua vez, tomou como base a informação apurada pelo NeoFeed de que uma eventual venda poderia ocorrer pela metade do valor pago em 2020 para projetar que, sob esses termos, uma transação seria positiva para a Stone, levando a um potencial aumento de 6% em seu lucro líquido.

Já no que diz respeito à Totvs, o banco ressaltou que a companhia tem uma posição de caixa líquido de R$ 400 milhões e projetou que, caso a empresa faça uma proposta pela Linx e emita uma dívida para pagar o acordo, sua alavancagem aumentaria para 1,6 vezes, o que parece “relativamente confortável”.

As ações da Totvs estavam sendo negociadas com alta de 2,96% por volta das 12h35 na B3, cotadas a R$ 30,23. A empresa está avaliada em R$ 17,9 bilhões e seus papéis registram uma desvalorização de 10,2% em 2024.

Já as ações da Stone subiam 2,52% na Nasdaq por volta das 11h50 (horário local), cotadas a US$ 12,20. No ano, os papéis acumulam uma queda de 32,3%, dando à empresa um valor de mercado de US$ 3,7 bilhões.



Fonte: Neofeed

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Números Falam #24 – Marcos de Oliveira, CEO da Iochpe-Maxion

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Iochpe-Maxion - Podcast

O post Números Falam #24 – Marcos de Oliveira, CEO da Iochpe-Maxion apareceu primeiro em NeoFeed.



Fonte: Neofeed

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