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Brasileiro: Juventude derrota líder Flamengo no Alfredo Jaconi

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O Juventude aproveitou o fator casa para derrotar o Flamengo por 2 a 1 de virada, na noite desta quarta-feira (26) no estádio Alfredo Jaconi, localizado em Caxias do Sul, em partida válida pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro que foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional.

Porém, mesmo com este revés o Rubro-Negro permaneceu na ponta da classificação da competição nacional com 24 pontos conquistados, pois o Palmeiras, que iniciou a rodada na vice-liderança com 23 pontos, acabou sendo superado pelo Fortaleza por 3 a 0.

A primeira etapa da partida disputada no Alfredo Jaconi foi marcada pelo equilíbrio. A equipe comandada pelo técnico Tite abriu o placar aos 18 minutos com o centroavante Pedro, que finalizou de peito bola levantada na área por Luiz Araújo. Porém, sete minutos depois o Juventude deixou tudo igual graças a cabeçada perfeita do atacante Lucas Barbosa. O placar permaneceu inalterado até os 41 minutos do segundo tempo, quando Luis Mandaca marcou o gol da vitória.

Tropeço do Palmeiras

Com o tropeço do Flamengo, o Palmeiras enfrentou o Fortaleza no Castelão com a possibilidade de assumir a ponta da classificação caso somasse três pontos fora de casa. Porém, a equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira foi superada por 3 a 0 pelo Tricolor, que marcou uma vez com Bruno Pacheco e duas com Lucero. Após este resultado o Verdão caiu para a 4ª posição. Já o time de Juan Pablo Vojvoda chegou aos 17 pontos, na 9ª colocação.

Bahia vice-líder

A equipe que melhor aproveitou a rodada nesta quarta foi o Bahia, que derrotou o Vasco por 2 a 1 na Arena Fonte Nova. Com este triunfo o Tricolor Baiano chegou aos mesmos 24 pontos do líder Flamengo, mas permaneceu na vice-liderança por ter um menor saldo de gols. Já o Cruzmaltino permaneceu com dez pontos, na 15ª colocação.

Outros resultados:

Cruzeiro 2 x 0 Athletico-PR
Botafogo 2 x 1 Bragantino
Corinthians 1 x 1 Cuiabá
Atlético-GO 1 x 1 Grêmio
Internacional 1 x 2 Atlético-MG





Fonte: Agência Brasil

Esportes

Favorito ao pódio, Darlan Romani está fora de Paris por conta de lesão

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O brasileiro Darlan Romani, campeão mundial indoor do arremesso de peso em 2022, está fora da Olimpíada de Paris em razão de uma hérnia de disco na região lombar. Segundo nota oficial da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), o catarinense de 33 anos pediu dispensa pois precisará passar por uma cirurgia.

“De acordo com André Guerreiro, médico da delegação brasileira, trata-se de uma hérnia nas vértebras L4 e L5, na região lombar, que já havia sido tratada com correção cirúrgica há três anos e meio, antes da disputa de Tóquio 2020″, esclareceu a CBAt em comunicado.

Considerado um dos favoritos ao pódio em Paris, Darlan viajou no fim de junho para treinar em León (Espanha), mas voltou ao Brasil na última sexta (19) por causa das dores lombares. Ele já passara na Espanha por tratamento fisioterápico e medicamentoso, mas não obteve sucesso. 

Em comunicado de Darlan à CBAt, o atleta informou que não consegue caminhar por causa de dores, e agradeceu o apoio dos fãs, parceiros e patrocinadores no momento difícil.

Além do título mundial indoor conquistado há dois anos em Belgrado (Sérvia), Darlan é bicampeão pan-americano no arremesso de peso (edições de Lima 2019 e Santiago 2023). Nos Jogos de Tóquio, o atleta ficou em quarto lugar, mesma posição obtida no Mundial de Doha (Catar) em 2019.

Com a ausência de Darlan, a delegação brasileira de atletismo contará com 42 atletas em Paris (19 mulheres e 22 homens). Nesta terça (23), 18 convocados embarcam para Portugal onde farão aclimatação no Complexo Esportivo de Desmor, na cidade de Santarém. A equipe entrará na Vila Olímpica em Paris cinco dias antes do início das provas de atletismo, programadas para ocorrer no período de 1º a 11 de agosto. 



Fonte: Agência Brasil

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Esportes

Isaquias e Raquel Kochhan serão os porta-bandeiras do Brasil em Paris

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O canoísta de velocidade Isaquias Queiroz e a jogadora Raquel Kochhan, uma das líderes da seleção feminina de rugby foram escolhidos pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como porta-bandeiras da delegação nacional na cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris, na sexta-feira (26), com início às 14h30 (horário de Brasília). Isaquias é o único brasileiro que subiu ao pódio três vezes em uma mesma edição dos Jogos (Rio 2016). Já a catarinense Raquel, se recuperou de um câncer descoberto após sua participação na edição de Tóquio.

“Fico muito feliz de poder representar minha Bahia, meu Nordeste, o Brasil inteiro. Vai ser uma cerimônia incrível. Principalmente por poder representar minha modalidade, ainda tímida no Brasil”, disse Isaquias,   nascido na pequena Ubaitaba (BA), que coleciona um ouro (C1 1000m, na edição de Tóquio), e duas pratas (C1 1000m e C2 1000m) e um bronze (C1 2000m ) na Rio 2016.

Raquel Kochham, da  seleção de rugby, será porta-bandeira do Brasil na  Olimpíada de Paris
Raquel Kochham, da  seleção de rugby, será porta-bandeira do Brasil na  Olimpíada de Paris

Recém-recuperada de um câncer, Raquel Kochhan retronou às competições há pouco mais de seis meses e está prestes disputar a terceira Olimpíada da carreira  – Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Natural da cidade de Saudades (SC), Raquel Kochhan faz parte da seleção feminina de rugby, também conhecida pelo apelido de Yaras, desde a Rio 2016. Na edição seguinte, no Japão, a jogadora descobriu um caroço na mama, que não a impediu de competir. De volta ao Brasil, após passar por exames, Raquel foi diagnosticada com câncer de mama e com um tumor ósseo no peito. Ela enfrentou uma mastectomia (retirada das mamas) e seis sessões de quimioterapia. Recém-recuperada, há pouco mais de seis meses, ela retornou às competições e agora está prestes a disputar a terceira olimpíada da carreira.  A atleta foi entrevistada pelo programa Stadium, da TV Brasil, no retorno aos treinos no início do ano.

“Ser atleta olímpico é difícil. Essa sensação de estar na frente, levando a bandeira para o mundo inteiro ver numa cerimônia de abertura é algo que não consigo explicar em palavras. A minha ficha ainda não caiu, acho que só quando eu estiver lá para saber o que vou sentir”,  disse a atleta catarinense, de 31 anos, em depoimento ao COB.

Agenda Paris 2024

RUGBY 

Yaras estreiam no próximo domingo (28), ao meio-dia, contra a anfitriã França, pelo Grupo C e, na sequência, às 15h, encaram os Estados Unidos. O Brasil está na Chave C e encerra a fase de grupos às 10h de segunda (28) contra o Japão.

CANOAGEM DE VELOCIDADE

06 a 10 de agosto

Atletas: Isaquias Queiroz e Mateus Nunes; Jacky Goldmann e Vagner Souta; e Valdenice Conceição e Ana Paula Vergutz



Fonte: Agência Brasil

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Esportes

Maioria pela 1ª vez, mulheres encabeçam sonhos de medalhas em Paris

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Igualar ou superar, em Paris, o recorde de 21 medalhas da Olimpíada de Tóquio, no Japão, há três anos, passa necessariamente pelas mulheres. Pela primeira vez, o país terá uma delegação com predomínio feminina. Elas representam 153 dos 276 atletas assegurados na capital francesa, segundo o Comitê Olímpico do Brasil (COB).

Algumas modalidades explicam essa maior presença feminina, que é inédita. No futebol, no handebol e no rugby as seleções masculinas não se classificaram à Olimpíada, ao contrário das femininas. Na ginástica artística, as mulheres se garantiram na disputa por equipes, assegurando cinco vagas em Paris. Os homens não tiveram o mesmo resultado e terão apenas dois representantes em provas individuais.

No levantamento de peso, no wrestling e no pentatlo moderno as vagas conquistadas pelo Brasil foram todas com mulheres. Já no tiro esportivo, na esgrima, no tênis e nas águas abertas elas são maioria entre os atletas classificados.

Para além de números absolutos, a delegação feminina apresenta candidatas reais a medalha em várias modalidades. Na ginástica artística, a campeã olímpica Rebeca Andrade se firmou, ao longo do ciclo de Paris, como maior ameaça à supremacia da norte-americana Simone Biles, chegando a superar a rival na prova do salto no Mundial do ano passado, na Antuérpia (Bélgica).

Prata em Tóquio, Beatriz Ferreira chega em Paris como bicampeã do mundo e atual detentora do cinturão da Federação Internacional de Boxe (IBF, na sigla em inglês) no peso leve. Rayssa Leal acumulou dois títulos do circuito de skate street, além de ter vencido o Mundial de Sharjah (Emirados Árabes Unidos) desde a segunda posição nos Jogos da capital japonesa.

No vôlei de quadra, mesmo caindo na semifinal, a seleção feminina emplacou 13 vitórias consecutivas na Liga das Nações, que reconduziram a equipe comandada por José Roberto Guimarães ao topo do ranking da modalidade. Na praia, a dupla formada por Duda e Ana Patrícia, campeã mundial em 2022 e vice no ano seguinte, também ocupa o posto de melhor do planeta.

No judô, após ficar fora de Tóquio por causa de um caso de doping, Rafaela Silva retornou com tudo, com direito a um bicampeonato mundial em 2022, querendo agora o segundo ouro olímpico da carreira. Tricampeã do mundo também há dois anos, Mayra Aguiar é forte candidata a conquistar a sua quarta medalha nos Jogos (quem sabe a primeira dourada após três bronzes entre 2012 e 2020).

As velejadoras Martine Grael e Kahena Kunze podem se tornar as primeiras brasileiras a conquistarem três ouros olímpicos, caso repitam o resultado das duas edições anteriores. Ainda nas águas, mas na maratona aquática, Ana Marcela Cunha se recuperou de uma séria lesão no ombro e se mudou para a Itália há um ano com intuito de buscar o bi nos Jogos de Paris.

Também há candidatas a surpresa na capital francesa. Caso de Nathalie Moellhausen, oitava do ranking da Federação Internacional de Esgrima (FIE) e campeã da etapa de Barcelona (Espanha) da Copa do Mundo, no ano passado. Ou da seleção de ginástica rítmica, que tem alcançado resultados históricos, como o quarto lugar na prova dos cinco arcos no Mundial de 2023, em Valência (Espanha). O Brasil, inclusive, sediará a próxima edição do evento, em 2025.

No tênis, Luísa Stefani foi bronze em Tóquio ao lado de Laura Pigossi. Em Paris, a principal duplista do país (e 12ª do mundo) terá Beatriz Haddad Maia como parceira. Apesar de priorizar as disputas de simples (é a 20º do ranking e número um do Brasil), Bia tem os melhores resultados da carreira nas duplas (entre eles uma final de Aberto da Austrália).

No surfe, Tatiana Weston-Webb tem um vice-campeonato do circuito mundial (WSL, sigla em inglês) em 2021 e um quarto lugar na temporada seguinte. Neste ano, a brasileira está em sétimo lugar, mas somente quatro rivais que estão à frente também competirão nos Jogos. Já no futebol, a seleção convocada por Arthur Elias tem a craque Marta na última Olimpíada da carreira, buscando o que seria a sua terceira medalha e do Brasil na história, após as pratas de 2004 e 2008.

O cenário de protagonismo feminino nos resultados brasileiros já se observou nos Jogos Pan-Americanos de Santiago (Chile) em 2023. Das 205 medalhas conquistadas, um recorde, 95 vieram graças às mulheres, contra 92 dos homens e 18 em equipes mistas. Elas também foram maioria no total de ouros (66), garantindo metade deles.

A Olimpíada de Paris começa no próximo dia 26 de julho e segue até 11 de agosto. Pela primeira vez, o megaevento terá participação igualitária de homens e mulheres. Serão 5.250 atletas de cada gênero. Curiosamente, os Jogos que marcaram a estreia feminina também foram na capital francesa, em 1900. Na ocasião, elas representaram 2,2% (22) do total de competidores (997).





Fonte: Agência Brasil

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