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Estratégia de combate ao Aedes com larvicida vira política nacional

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Shammiknr/PixabayDengue
Ministério da Saúde editou nota informativa estabelecendo um fluxo para a expansão da estratégia criada pela Fiocruz para combate ao Aedes aegypti

O Ministério da Saúde editou nota informativa estabelecendo um fluxo para a expansão da estratégia criada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor de arborviroses como dengue, zika e chikungunya. A expectativa é de que a conversão da medida em política pública de abrangência nacional contribua para reduzir as populações dos insetos, sobretudo em cidades maiores. A estratégia envolve as chamadas estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Trata-se de potes com dois litros de água parada que são distribuídos em locais onde há proliferação dos mosquitos. Em busca de um local para depositar seus ovos, as fêmeas se sentem atraídas. No entanto, antes de alcançarem a água, elas são surpreendidas por um tecido sintético que recobre os potes e que está impregnado do larvicida piriproxifeno. A substância acaba aderindo ao corpo das fêmeas que pousam na armadilha. Dessa forma, elas mesmas levarão o larvicida para os próximos criadouros que encontrarem, afetando o desenvolvimento dos ovos e as larvas ali depositados. De acordo com a nota informativa 25/2024, editada há duas semanas pela Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, o fluxo para a adoção das EDLs envolve cinco etapas: manifestação de interesse do município, assinatura de acordo de cooperação técnica com a pasta e com a Fiocruz, validação da estratégia com a secretaria de saúde do respectivo estado, realização de capacitações com os agentes locais e monitoramento da implementação.

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A estratégia deverá ser expandida gradativamente pelo país levando em conta a capacidade dos envolvidos nas três esferas: nacional, estadual e municipal. Inicialmente, esse trabalho contempla 15 cidades. Elas foram escolhidas com base em alguns critérios: população superior à 100 mil habitantes; alta notificação de casos de dengue, chikungunya e zika nos dois últimos anos; alta infestação por Aedes aegypti; e disponibilidade de equipe técnica operacional de campo. As EDLs são uma inovação desenvolvida por pesquisadores da Fiocruz que atuam no Laboratório Ecologia de Doenças Transmissíveis na Amazônia (EDTA). Estudos para avaliar a estratégia começaram a ser financiados pelo Ministério da Saúde em 2016, quando a pasta passou a buscar novas possibilidades para o controle das populações de Aedes aegypti em meio à ecolosão de uma epidemia de zika. Testes realizados até 2022 em 14 cidades brasileiras, de diferentes regiões do país, registraram bons resultados. De acordo com os pesquisadores, as fêmeas visitam muitos criadouros, colocando poucos ovos em cada um. Os estudos mostraram que aquelas que pousam na armadilha, acabam disseminando o larvicida em um raio que pode variar entre 3 e 400 metros. Os pesquisadores consideram que a estratégia permite superar algumas barreiras enfrentadas por outros métodos de combate às populações de mosquitos. Como é o próprio inseto que propaga o larvicida, é possível alcançar criadouros situados em locais inacessíveis e indetectáveis, como dentro de imóveis fechados e em áreas de difícil acesso nas comunidades com urbanização precária. A estratégia também se mostrou propícia para galpões de catadores de materiais recicláveis, onde há muitos recipientes com condições de acumular água parada que nem sempre são facilmente encontrados.

Novas tecnologias

As EDLs já haviam sido citadas no ano passado em outra nota informativa do Ministério da Saúde que recomendou a adoção de cinco novas tecnologias no enfrentamento às arboviroses em municípios acima de 100 mil habitantes. Foram mencionadas também mais quatro tecnologias. Para monitoramento da população de mosquitos, recomenda-se o uso das ovitrampas. Trata-se de armadilhas voltada para a captura dos insetos, permitindo avaliar de tempos em tempos se houve aumento ou redução nas populações presentes em cada área. A borrifação residual intradomiciliar, que envolve aplicação de inseticida, é indicada quando há grande infestação em imóveis especiais e de grande circulação de pessoas, como escolas, centros comunitários, centros de saúde, igrejas e rodoviárias. Já a técnica do inseto estéril por irradiação (TIE) pressupõe a liberação de grande número de mosquitos machos estéreis que, ao copularem com as fêmeas, produzirão ovos infecundos. Por fim, também é recomendado o uso do Método Wolbachia, cuja implantação no Brasil vem sendo estudada desde 2015 também sob coordenação da Fiocruz. Originado na Austrália e presente em diversos países, ele envolve a introdução nos insetos de uma bactéria capaz de bloquear a transmissão dos vírus aos seres humanos durante a picada. De acordo com a nota informativa publicada no ano passado, a implantação dessas tecnologias exigem um plano de ação municipal e uma definição das áreas prioritárias, a partir da prévia identificação das características epidemiológicas e socioambientais de cada território. “Cabe destacar que as metodologias podem ser combinadas entre si, considerando os cenários complexos de transmissão das arboviroses e seus determinantes, objetivando maior efetividade e melhores resultados”, acrescenta o texto. A implementação das novas tecnologias não pressupõe o abandono das intervenções tradicionais, que dependem não apenas da mobilização de agentes públicos como também demandam a cooperação da população. Conforme a nota, as ações de educação visando à eliminação do acúmulo de água parada no interior dos imóveis, bem como as visitas dos órgãos sanitários para identificar focos, continuam sendo consideradas essenciais.

Publicado por Heverton Nascimento

*Com informações de Agência Brasil





Fonte: Jovem Pan

Brasil

Tropa da Amazônia vai participar de operação com os Estados Unidos

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Militares brasileiros estarão no CORE 2024 (Combined Operation And Rotation Exercise), treinamento conjunto com o Exército norte-americano durante o mês de agosto nos Estados Unidos

DivulgaçãoTropa da Amazônia participará de Operação com os Estados Unidos
Em 2024, o exercício vai ocorrer no Fort Johnson/Louisiana, no Centro de Treinamento e Preparação Conjunta dos Estados Unidos

Militares do Exército Brasileiro, que são especialistas em operar no ambiente amazônico, irão participar do CORE 2024 (Combined Operation And Rotation Exercise), treinamento conjunto com o Exército norte-americano durante o mês de agosto nos Estados Unidos. A duração aproximada é de um mês. A tropa brasileira será composta por uma Companhia de Fuzileiros do 52° Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS), com sede em Marabá (PA), e de membros do Estado-Maior nível Batalhão e Brigada. Os brasileiros vão integrar uma unidade da 101ª Divisão Aeroterrestre (101st Airbone Division) do Exército dos Estados Unidos.

Em 2024, o exercício vai ocorrer no Fort Johnson/Louisiana, no Centro de Treinamento e Preparação Conjunta dos Estados Unidos, o Joint Readiness Training Center (JRTC). O desenvolvimento da capacidade de operação combinada entre os Exércitos do Brasil e dos Estados Unidos e a aplicação de conceitos operacionais atuais estão entre os principais objetivos da atividade. No ano passado, o Brasil recebeu uma tropa americana para a CORE 23, que foi realizado nos Estados do Pará e Amapá.

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Edições anteriores​​​

Em 2021, o Exército Brasileiro e o Exército Americano realizaram o Exercício Culminating em solo estadunidense. Após a atividade, foi assinado um programa de cooperação que estipula exercícios bilaterais anuais até o ano de 2028. Os exercícios receberam a denominação de CORE, acrônimo em inglês para Operações Combinadas e Exercícios de Rotação. Os Exercícios CORE têm a participação de tropas das Forças de Prontidão do Exército Brasileiro. Os militares do país visitante são enquadrados em unidades do Exército anfitrião. Até agora, já foram desenvolvidas duas edições no Brasil, uma em São Paulo e a outra no Pará e no Amapá, além de uma edição nos Estados Unidos.

Publicado por Carolina Ferreira





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Forças Armadas auxiliam DPU, AGU e instituições parceiras na Caravana de Direitos na Reconstrução do RS

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Evento ocorre nesta quarta-feira (24) em São Leopoldo, e na quinta-feira (25) em Novo Hamburgo

Exércicito Brasileiro Forças Armadas
Eventos ocorrerão nesta quarta e quinta-feira

Sob coordenação do Comando Conjunto da Operação Taquari II, militares das Forças Armadas ajudaram a Defensoria Pública da União (DPU), a Advocaria Geral da União (AGU) e instituições parceiras na Caravana de Direitos na Reconstrução do Rio Grande do Sul. Evento será realizado até esta quarta-feira (24), no 19° Batalhão de Infantaria Motorizado, em São Leopoldo. Anteriormente, ocorreu em Canos, também no estado do sul. Já na quinta-feira (25), reunião será na cidade de Novo Hamburgo. A ação ocorrerá das 9h às 17h, na Praça da Juventude, Bairro Santo Afonso.

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Fonte: Jovem Pan

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Sócio de Nego Di é preso em Santa Catarina

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Golpe do influenciador e empresário gerou prejuízo de R$ 5 milhões para mais de 300 pessoas; produtos da loja virtual eram vendidos e não entregues

Reprodução/Instagram/Policia Civil RS/@gabi.sousa93Nego Di e Anderson Boneti
Nego Di está preso desde o último dia 14 de julho

Na última segunda-feira (22), o sócio do influenciador e humorista Nego Di, Anderson Boneti, foi preso pela Polícia Civil, no litoral de Santa Catarina, em Bombinhas. Ambos são acusados de aplicarem golpe em mais de 300 pessoas, o que gerou prejuízo de R$ 5 milhões. Os golpes eram aplicados em uma loja virtual chamada Tadezueira, que vendia produtos com valores bem abaixo do mercado e não entregava os produtos. Conforme a polícia, para evitar a possibilidade de fuga, ps mandados de prisões preventivas foram expedidos. “No esquema criminoso, Boneti tinha a expertise digital e era responsável pelo funcionamento do site, enquanto Nego Di utilizava a sua imagem de figura pública. Agora entraremos numa segunda fase da investigação, com verificação de valores que entraram na conta e se há crimes de lavagem de dinheiro.”, explicou o delegado Fernando Sodré, chefe da Polícia Civil gaúcha.

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Nego Di foi preso no último dia 14 de julho, com pedido de prisão preventiva pelo crime de estelionato, a prisão ocorreu em Santa Catarina. A reportagem da Jovem Pan não conseguiu localizar a defesa Anderson Boneti. O espaço está aberto para qualquer manifestação.





Fonte: Jovem Pan

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