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Feira do Livro acaba neste domingo após nove dias de evento

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Festival trouxe editoras grandes e pequenas, fomentando a literatura nacional e internacional; evento acontece na Praça Charles Miller, no Pacaembu

Matias MaxxA Feira do Livro 2024
Feira reune mais de 100 expositores na Praça Charles Miller, no Pacaembú

A Feira do Livro, que está acontecendo desde a última semana na Praça Charles Miller, no Pacaembu, tem movimentado a região e os leitores assíduos que por ali passam. Em um formato novo, o festival deste ano contou com nove dias de evento e vai até o domingo (8). Com o propósito de trazer editoras já renomadas e aquelas menores, inclusive independes, o evento contou com uma programação que teve desde palestras sobre temas diversos, espaço para autógrafos, dinâmicas infantis e para de alimentação. Com mais de 100 expositores, o festival tem impulsionado a venda de livros, mas também o amor e carinho para o próximo, pois estão com uma campanha de doação de livros que serão destinados ao Rio Grande do Sul – estado que sofreu fortemente com as chuvas nos últimos meses.

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Entre os que passaram por ali está a estudante de filosofia Giovana Shibata, que é de Sorocaba, interior do estado, mas que veio até a capital exclusivamente para prestigiar o evento. Pela primeira fez na Feira do Livro, a estudante se assustou um pouco com os preços dos produtos. “Eu achei que teria mais promoções, e não tinha descontos específicos”, disse ela. Apesar disso, a experiência valeu a pena. “Tinham muitos livros que não tinham na minha cidade, por exemplo. As pessoas que me atenderam foram super simpáticas”. Ela contou animada sobre as “comprinhas” que fez. “Só dá para fazer uma comprinha, né?”, brincou ela.”Eu comprei “A transcriação” de Aurélio de Campos. É uma inspiração intelectual muito forte para mim e eu queria estudar mais. Era um livro que eu estava querendo há muitos anos”. “A experiência foi muito boa, eu pretendo voltar o ano que vem. É meio que minha galera. Eu bato papo com as pessoas e elas me entendem”, refletiu.

Para o professor Rodrigo Luiz Lima a feira não era novidade, já que ele participou das duas últimas edições do evento. Por ser professor, ele acaba tendo desconto nas compras e  essa parte compensa bastante. “Como os livros no Brasil acabam sendo um pouco caro, e o salário de professor não é aquelas coisas, é bom. Dá para gente comprar bastante coisa, encontrar coisas que são difíceis de serem encontradas em livrarias comuns”.

A feira do livro 2024

A Feira do Livro 2024 funciona até às 21h/Filipe Redondo

Entretanto, Rodrigo adverte que a feira é um local para um público de uma classe social muito específica e que essa realidade deveria ser mudada pela organização. “Eu acho que facilitar o acesso a essas feiras para pessoas que não teriam a oportunidade de estar aqui. Trazer escolas…Facilitar o acesso à feira em si, mas também o acesso aos livros”.

O professor explica que além de adquirir livros para uso pessoal, ele acaba comprando produtos para ajudar na profissão. “A gente também compra livro para preparar aula, para selecionar texto para passar aos alunos, para prova. Às vezes a gente (professores) pega até livro para ver se é interessante ter na escola”, explicou ele.

Eduardo Lacerda, que é editor e proprietário da editora independente Patuá, a experiência de participar da feira é sempre enriquecedora. Pelo terceiro ano consecutivo, a editora trouxe lançamentos exclusivos para o evento, 120 ao todo, e proporcionou até mesmo bate-papo entre os leitores e escritores das obras. Como uma das características especiais da editora, Edu, como prefere ser chamado, aposta em escritores novos no mercado, aqueles que estão lançando o primeiro livro e procura fugir do eixo Rio-São Paulo, explorando outras localidades como norte e nordeste, centro-oeste. “Nosso filtro é todo literário e não financeiro. Apesar de precisar vender os livros”, brincou. A editora conquistou e participou de alguns prêmios, entre eles quatro vezes o prêmio de literatura de São Paulo, três vezes o prêmio Jabuti, finalistas do prêmio Oceano e Casa de Las Américas (prêmio Cubano).

Em relação ao formato do evento, o editor revela que esta edição foi um pouco instigante.”Esse ano foi um pouco diferente, pois pelo formato de nove dias, acabamos pegando o dia da semana e nós não estávamos acostumados”. Para ele, o novo formato do festival é um desafio. “É um desafio criar publico leitor. Acho que é preciso a gente vir, ocupar esses espaços”.

Mas nem tudo são flores, ou melhor, livros no festival. O editor e proprietário Álvaro Gentil, que mora em Belo Horizonte, veio diretamente para São Paulo para expor os produtos da editora Ramalhete e da Miguilim. Gentil participa pela segunda vez do evento, mas sentiu que a edição deste ano não favoreceu suas vendas, já que ele ficou no fundo da praça e as pessoas geralmente só visitam os primeiros estandes. “A posição na entrada favorece, pois há um movimento quase que permanente. Esse ano estamos um pouco afastados e aquela falha que talvez tenha que ser corrigida”, explicou ele. “Desse jeito prejudica todos que estão aqui (referência a quem está no fundo do evento)”.

Mesmo com este ponto negativo que o editor cita, ele acredita que vale a pena a experiência e a vinda para a feira. “Mesmo que tenhamos prejuízo acredito que vale a pena, porque é o ar literário, é minha casa, onde me sinto bem. Poderia ser melhor…”. “As vendas foram bem frágeis”, lamenta ele, com a esperança de que neste sábado (6) e domingo (7) tenha mais movimento.

A feira do livro 2024

Festival também trouxe palestras sobre diversos temas/Filipe Redondo





Fonte: Jovem Pan

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Tropa da Amazônia vai participar de operação com os Estados Unidos

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Militares brasileiros estarão no CORE 2024 (Combined Operation And Rotation Exercise), treinamento conjunto com o Exército norte-americano durante o mês de agosto nos Estados Unidos

DivulgaçãoTropa da Amazônia participará de Operação com os Estados Unidos
Em 2024, o exercício vai ocorrer no Fort Johnson/Louisiana, no Centro de Treinamento e Preparação Conjunta dos Estados Unidos

Militares do Exército Brasileiro, que são especialistas em operar no ambiente amazônico, irão participar do CORE 2024 (Combined Operation And Rotation Exercise), treinamento conjunto com o Exército norte-americano durante o mês de agosto nos Estados Unidos. A duração aproximada é de um mês. A tropa brasileira será composta por uma Companhia de Fuzileiros do 52° Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS), com sede em Marabá (PA), e de membros do Estado-Maior nível Batalhão e Brigada. Os brasileiros vão integrar uma unidade da 101ª Divisão Aeroterrestre (101st Airbone Division) do Exército dos Estados Unidos.

Em 2024, o exercício vai ocorrer no Fort Johnson/Louisiana, no Centro de Treinamento e Preparação Conjunta dos Estados Unidos, o Joint Readiness Training Center (JRTC). O desenvolvimento da capacidade de operação combinada entre os Exércitos do Brasil e dos Estados Unidos e a aplicação de conceitos operacionais atuais estão entre os principais objetivos da atividade. No ano passado, o Brasil recebeu uma tropa americana para a CORE 23, que foi realizado nos Estados do Pará e Amapá.

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Edições anteriores​​​

Em 2021, o Exército Brasileiro e o Exército Americano realizaram o Exercício Culminating em solo estadunidense. Após a atividade, foi assinado um programa de cooperação que estipula exercícios bilaterais anuais até o ano de 2028. Os exercícios receberam a denominação de CORE, acrônimo em inglês para Operações Combinadas e Exercícios de Rotação. Os Exercícios CORE têm a participação de tropas das Forças de Prontidão do Exército Brasileiro. Os militares do país visitante são enquadrados em unidades do Exército anfitrião. Até agora, já foram desenvolvidas duas edições no Brasil, uma em São Paulo e a outra no Pará e no Amapá, além de uma edição nos Estados Unidos.

Publicado por Carolina Ferreira





Fonte: Jovem Pan

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Forças Armadas auxiliam DPU, AGU e instituições parceiras na Caravana de Direitos na Reconstrução do RS

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Evento ocorre nesta quarta-feira (24) em São Leopoldo, e na quinta-feira (25) em Novo Hamburgo

Exércicito Brasileiro Forças Armadas
Eventos ocorrerão nesta quarta e quinta-feira

Sob coordenação do Comando Conjunto da Operação Taquari II, militares das Forças Armadas ajudaram a Defensoria Pública da União (DPU), a Advocaria Geral da União (AGU) e instituições parceiras na Caravana de Direitos na Reconstrução do Rio Grande do Sul. Evento será realizado até esta quarta-feira (24), no 19° Batalhão de Infantaria Motorizado, em São Leopoldo. Anteriormente, ocorreu em Canos, também no estado do sul. Já na quinta-feira (25), reunião será na cidade de Novo Hamburgo. A ação ocorrerá das 9h às 17h, na Praça da Juventude, Bairro Santo Afonso.

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Fonte: Jovem Pan

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Sócio de Nego Di é preso em Santa Catarina

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Golpe do influenciador e empresário gerou prejuízo de R$ 5 milhões para mais de 300 pessoas; produtos da loja virtual eram vendidos e não entregues

Reprodução/Instagram/Policia Civil RS/@gabi.sousa93Nego Di e Anderson Boneti
Nego Di está preso desde o último dia 14 de julho

Na última segunda-feira (22), o sócio do influenciador e humorista Nego Di, Anderson Boneti, foi preso pela Polícia Civil, no litoral de Santa Catarina, em Bombinhas. Ambos são acusados de aplicarem golpe em mais de 300 pessoas, o que gerou prejuízo de R$ 5 milhões. Os golpes eram aplicados em uma loja virtual chamada Tadezueira, que vendia produtos com valores bem abaixo do mercado e não entregava os produtos. Conforme a polícia, para evitar a possibilidade de fuga, ps mandados de prisões preventivas foram expedidos. “No esquema criminoso, Boneti tinha a expertise digital e era responsável pelo funcionamento do site, enquanto Nego Di utilizava a sua imagem de figura pública. Agora entraremos numa segunda fase da investigação, com verificação de valores que entraram na conta e se há crimes de lavagem de dinheiro.”, explicou o delegado Fernando Sodré, chefe da Polícia Civil gaúcha.

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Nego Di foi preso no último dia 14 de julho, com pedido de prisão preventiva pelo crime de estelionato, a prisão ocorreu em Santa Catarina. A reportagem da Jovem Pan não conseguiu localizar a defesa Anderson Boneti. O espaço está aberto para qualquer manifestação.





Fonte: Jovem Pan

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