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Esportes

JUBs Atléticas começa em Natal com quase 2 mil estudantes

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A segunda edição dos Jogos Universitários Brasileiros-Atléticas começou nesta quinta-feira (30) em Natal, com cerca de dois mil estudantes de 14 estados do país, que competem em 16 modalidades. A competição, organizada pela Confederação Brasileira de Desporto Universitário (CBDU), reúne 74 Atléticas: agremiações formadas em cursos de graduação que têm como objetivo integrar os estudantes à vida acadêmica, por meio do esporte. O total de participantes este ano é mais que o dobro do registrado na edição inaugural, no ano passado, em Maceió. Na ocasião foram 900 universitários de 53 Atléticas. 

vôlei, JUBs Atléticas 2024, Recife - segunda edição
vôlei, JUBs Atléticas 2024, Recife - segunda edição

Vôlei é uma das 16 modalidades em disputa no JUBs Atléticas, em Recife, até domingo (2 de junho) – Saulo Cruz/CBDU/Direitos Reservados

Atual campeã dos JUBs – Atléticas, a equipe Halterada, do curso de Educação Física da Universidade Federal de Pernambuco, chegou em peso a Natal,  em busca do bicampeonato. A maior delegação é também a equipe a ser batida. E no primeiro dia do JUBs, o time de handebol feminino não decepcionou: 13 a 2 sobre as Lendárias, da Engenharia Civil da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. 

“Claro que viemos aqui para tentar mais um título. Ganhamos o primeiro JUBs Atléticas e a responsabilidade aumentou. Estamos com a maio delegação, com 121 atletas. Temos nossos rivais, mas queremos ser os melhores. Quando você ganha uma vez, passa a ser o time a ser batido, mas não tem problema”, garantiu Bruno Henrique Oliveira, presidente da Halterada. 

Bruno sabe que o resultado esportivo é bom e faz o esforço necessário para mais um título. Contudo, estar no JUBs representa muito mais do que vitórias dentro de quadra.

“Dentro do esporte universitário o estudante se conecta com a vivência acadêmica, encontra um apoio e ainda tem a oportunidade de estudar e aprender sobre gestão, planejamento. Na Halterada, inclusive, os alunos de Educação Física podem se tornar técnicos dos time da UFPE”.

Exemplo disso é a capitã da equipe de handebol da Halterada Pollyana Dutra. A primeira opção da Polly na universidade não era Educação Física, mas o amor pelo esporte mudou completamente o futuro dela.

“Eu comecei com Fisioterapia, mais por influência da família, que é da área de saúde. Mas o meu amor pelo handebol me trouxe para a Educação Física e foi a melhor escolha”.

Jogadora e técnica de handebol, Pollyana é um exemplo de como o esporte auxilia a vida acadêmica e profissional

“O dia a dia na universidade não é fácil. Ficamos em tempo integral, muitos estudos. Você precisa de algo para aliviar um pouco a pressão. Quando você entra em uma atlética, consegue amenizar estresse. Além disso, como atleta e técnica, te dá a oportunidade de treinar adultos, que é muito difícil. Há o crescimento profissional”, garante Polly.

E tem potiguar também na Halterada. Carol Araújo é de Natal e decidiu fazer a vida acadêmica em Pernambuco. Longe da família, ela encontrou na Atlética um lugar para se sentir em casa

“Por mais que Recife não seja tão longe de Natal, você vai para um lugar novo e não conhece ninguém. Então dentro da Atlética você recebe apoio, faz amizades e se integra ao ambiente”.

Jogar em casa como visitante está proporcionando um sentimento  diferente para a “Carol de Natal, como ela é chamada pelos colegas. Mas da para matar saudade.

“Nossa, cheguei aqui na quadra e encontrei alguns rostos conhecidos. Até árbitros vieram falar comigo e lembraram de mim, mesmo depois de tanto tempo fora de Natal. Eu estou jogando em casa, vim até uma semana antes para marcar saudade da minha família”, revelou Carol.

Estar perto ou longe da família, saindo com vitória ou derrota de quadra, a verdade é que realmente não dá para perder com o esporte no currículo acadêmico.

* O repórter Maurício Costa viajou à Natal a convite da CBDU.





Fonte: Agência Brasil

Esportes

Seleção feminina treina na França a 4 dias da estreia na Olimpíada

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A seleção brasileira feminina de futebol realizou seu primeiro treino em Bordeaux (França), cidade base do time durante a Olimpíada de Paris, nesta sexta-feira (19). A estreia será contra a Nigéria, às 14h (horário de Brasília) na próxima quinta (25), véspera da cerimônia de abertura dos Jogos. O Brasil está no Grupo C, que tem ainda Japão e Espanha.

Antes da atividade com bola no Centro de Treinamento Edouard Stehelin, o técnico Arthur Elias se reuniu com as jogadoras para apresentar estratégias e planos de jogo para a primeira fase (grupos) da competição. Depois, Elias comandou o treino, priorizando jogadas de defesa e de ataque. As jogadoras também trabalharam cobranças de pênaltis.

Adriana - atacante - seleção brasileira feminina de futebol - antes da estreia em Paris 2024
Adriana - atacante - seleção brasileira feminina de futebol - antes da estreia em Paris 2024

“Esse primeiro jogo tem caráter decisivo. Na verdade, vai ser sempre assim”, projeta a atacante Adriana, que atualmente defende o Orlando Pride (Estados Unidos) – Rafael Ribeiro/CBF/Direitos Reservados

Atacante da seleção, Adriana está confiante no sucesso da equipe nos Jogos, mas antevê uma estreia difícil diante das nigerianas.

“Esse primeiro jogo tem caráter decisivo. Na verdade, vai ser sempre assim. De todo modo, temos de ter muita concentração, com muito foco, nessa estreia. E seguir passo a passo”, defende a atacante de 27 anos, que atua no Orlando Pride (Estados Unidos).  

O torneio de futebol em Paris reúne ao todo 12 países. No Grupo A estão França, Colômbia, Canadá e Nova Zelândia, e no Chave B estão Estados Unidos, Zâmbia, Alemanha e Austrália. Só avançarão às quartas de final as duas melhores seleções em cada grupo, e as duas melhores terceiras colocadas.

Primeira fase – Jogos do Brasil

25 de julho (quinta-feira) 

14h – Nigéria x Brasil – Estádio de Bordeaux

28 de julho (domingo)

12h – Brasil x Japão – Estádio Parc des Princes (Paris)

31 de julho (quarta)

12h – Brasil x Espanha – Estádio de Bordeaux



Fonte: Agência Brasil

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Esportes

Seleção de vôlei e delegação brasileira de judô desembarcam em Paris

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Confiante em chegar ao pódio olímpico, a seleção brasileira feminina de vôlei desembarcou em Paris nesta segunda-feira (19), a uma semana da cerimônia de abertura dos Jogos, junto com parte da delegação nacional de judô. Os atletas foram direto para a Vila Olímpica, onde já está instalada a equipe da ginastica artística, que chegou na véspera – foi primeira delegação brasileira a inaugurar o amplo espaço reservado aos atletas, em Saint Ouen, no norte de Paris.

“Expectativa muito grande. Dividimos o voo com a equipe do judô, encontramos a Rafaela Silva, já estamos vivendo um pouco dessa experiência. Estamos muito motivadas. A equipe cresceu muito desde de a LNV [Liga das Nações de Vôlei]. Foi um ciclo olímpico importante, passamos por muitas dificuldades e o time se fortaleceu. Não viemos aos Jogos Olímpicos apenas para participar. Nosso objetivo é conquistar a medalha de ouro”, projetou Gabi Guimarães, capitã da seleção.

Vice-líder no ranking mundial – atrás apenas da Itália – a seleção feminina estreia nos Jogos contra o Quênia, em 29 de julho (uma segunda-feira), às 8h (horário de Brasília), em partida pelo Grupo B, que tem ainda Polônia e Japão. Os demais jogos da seleção serão contra o Japão, em 1º de agosto, e contra a Polônia, em 4 de agosto. O torneio de vôlei em Paris reúne apenas 12 países. No Grupo A estão França, Estados Unidos, China e Sérvia, e na Chave C Itália, Turquia, Holanda e República Dominicana. Os dois primeiros colocados em cada chave e os dois melhores terceiros se classificam às quartas de final.

“Estamos no bolo. Existem no feminino sete ou oito equipes que podem lutar por uma medalha. Existe um equilíbrio muito grande nas forças do mundo. O importante é que o Brasil é uma delas. Vimos recentemente a participação na Liga das Nações. Tivemos três vitórias seguidas, depois duas derrotas, inclusive na disputa de terceiro e quarto [lugares]. Mas hoje o Brasil é o segundo do ranking. Está parelho. Temos noção de onde estamos”, analisou José Roberto Guimarães, técnico da seleção, que chega à sua 10ª participação olímpica em Paris 2024.

Bicampeã olímpica (Pequim 2008 e Londres 2012), a seleção coleciona ainda uma prata (Tóquio 2021) e dois bronzes (Atlanta 1996 e Sidney 2000). 

Primeiros judocas brasileiros em Paris

Seis dos 20 judocas convocados a representar o Brasil nos Jogos desembarcam nesta manhã em Paris. A delegação com Natasha Ferreira (48kg), Larissa Pimenta (52kg), Rafaela Silva (57kg), Michel Augusto (60kg), Willian Lima (66kg) e Daniel Cargnin (73kg) foi direto para Sainte-Geneviève-des-Bois para aclimatação antes de seguir para a Vila Olímpica, no dia 31 de julho.

Medalha de ouro na Rio 2016, a carioca Rafaela Silva destacou a importância de manter a mente concentrada nos dias que antecedem a estreia nos Jogos.

“Nessa última semana a gente fica mais concentrado na estratégia, esperando o sorteio que acontece no dia 25, focado na perda de peso, que é fundamental, porque qualquer detalhe faz a diferença. Não dá para fazer um milagre em uma semana. Então, acredito que é manter o que a gente vem fazendo e se cuidar o máximo possível para evitar qualquer tipo de surpresa”, explicou a atleta, que nesta temporada faturou ouro em abril, no Pan-Americano de Judô, e um mês depois conquistou prata Grand Slam de Astana (Cazaquistão).

Agenda – Judô Brasil

Competição individual (lutas qualificatórias a partir das 5h e finais às 11h)

27 de julho (sábado)

Natasha Ferreira (48 kg)

Michel Augusto (60 kg)

28 de julho (domingo)

Larissa Pimenta (52 kg)

Willian Lima (66 kg)

29 de julho (segunda)

Rafaela Silva (57 kg)

Daniel Carginin (73 kg)

30 de julho (terça)

Ketleyn Quadros (63 kg)

Guilherme Schimdt (81 kg)

31 de julho (quarta)

Rafael Macedo (90 kg)

1º de agosto (quinta)

Mayra Aguiar (78 kg)

Leonardo Gonçalves (110 kg)

2 de agosto (sexta)

Beatriz Souza (78 kg)

Rafael Silva (100 kg)

3 de agosto (sábado)

Equipes mistas (lutas qualificatórias a partir das 3h e finais às 11h)





Fonte: Agência Brasil

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Esportes

Itamaraty lança guia para brasileiros que vão acompanhar as Olimpíadas

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O Itamaraty lançou um guia com orientações para os brasileiros que vão acompanhar os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Paris 2024. Segundo o Itamaraty, o guia foi elaborado porque, diferentemente de outras edições das olimpíadas, realizadas em um único local, os Jogo de Paris serão disputados em instalações localizadas em diversas regiões da França, inclusive na Polinésia Francesa, onde ocorrerão as provas de surfe. Os Jogos Olímpicos, serão realizados entre os dias 26 de julho e 11 de agosto. Já os Paralímpicos, ocorrerão de 28 de agosto a 8 de setembro.

A publicação traz informações sobre segurança, serviços médicos, de transporte, hospedagem, entre outros, das principais localidades que receberão as disputas das diversas modalidades olímpicas. Embora não seja necessário o visto para entrada de brasileiros em viagens turísticas inferiores a três meses para a França, os viajantes devem cumprir algumas normas.

Entre elas estão a contratação de seguro-saúde, no valor de 30 mil euros para cobrir despesas médicas, hospitalares, de morte e repatriação; comprovante de hospedagem, comprovação de meios financeiros (dinheiro, cheques de viagem, cartões de crédito internacionais, etc.), que podem variar de 65 euros por dia para quem possuir comprovante de hospedagem e 120 euros diários para quem não possuir a comprovação. Em caso de hospedagem em casa de familiares ou amigos, o valor cai para 32,5 euros diários.

O guia recomenda ainda atenção redobrada para evitar furtos e roubos em áreas de grande fluxo de pessoas e traz telefones úteis para esses casos, como o da polícia e de emergências hospitalares. A publicação também disponibiliza os contatos para os consulados brasileiros em alguns dos locais onde ocorrerão as disputas. O guia pode ser acessado aqui.



Fonte: Agência Brasil

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