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Brasil

Linguista Noam Chomsky deixa hospital em São Paulo e continuará ‘tratamento’ em casa

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Americano estava internado na capital paulista após sofrer um acidente vascular cerebral em junho do ano passado, que lhe deixou dificuldades na fala e afetou o lado direito do corpo

Heuler Andrey / AFPlínguista Noam Chomsky
Linguista e ativista político Noam Chomsky é fotografado durante entrevista coletiva após visitar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silv

O linguista americano Noam Chomsky, um dos intelectuais mais influentes do mundo, recebeu alta nesta terça-feira (18) de um hospital de São Paulo e seguirá um “tratamento” em sua casa, informou o centro médico, após rumores falsos sobre sua morte circularem na internet. “O paciente Avram Noam Chomsky recebeu alta hospitalar para seguir o tratamento em casa”, segundo um boletim médico, que não detalhou que tipo de tratamento o intelectual e ativista, de 95 anos, deve seguir. Chomsky estava internado na capital paulista após sofrer um acidente vascular cerebral em junho do ano passado, que lhe deixou dificuldades na fala e afetou o lado direito do corpo. Sua esposa, Valeria Chomsky, que é brasileira, o levou a São Paulo em um avião ambulância com dois enfermeiros quando foi possível viajar dos Estados Unidos, relatou a publicação na semana passada. O casal tem uma residência na cidade desde 2015.

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Considerado o fundador da linguística moderna, Chomsky afirmou em sua obra “Estruturas Sintáticas” (1957) que a linguagem é uma faculdade inata e que uma “gramática gerativa”, conjunto de regras universais da linguagem, está inscrita no cérebro humano Ele se tornou uma figura central dos séculos XX e XXI especialmente por seu papel de intelectual engajado, em sua crítica radical à política externa dos Estados Unidos e de Israel e aos meios de comunicação. Esse detrator da guerra do Vietnã e da invasão norte-americana ao Iraque também se aproximou de líderes esquerdistas latino-americanos como Fidel Castro, Hugo Chávez e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Por muitos anos, Chomsky integrou o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e atualmente é professor emérito de linguística na Universidade do Arizona.

*Com informações da AFP





Fonte: Jovem Pan

Brasil

Correios doam livros para reabastecer bibliotecas no Rio Grande do Sul

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Obras abrangem ampla gama de temas, como administração, biografias, espiritualidade, filosofia, história, literatura, matemática, psicologia e sociologia

Joédson Alves/Agência BrasilUnidade de distribuição dos Correios em Brasília
A recomposição do acervo é uma ação crucial para ajudar 138 bibliotecas escolares que foram destruídas pelas enchentes

Os Correios doaram 21,5 mil livros ao sistema estadual de bibliotecas municipais do Rio Grande do Sul, que foram severamente afetadas pelas enchentes ocorridas em maio. As obras abrangem uma ampla gama de temas, como administração, biografias, espiritualidade, filosofia, história, literatura, matemática, psicologia e sociologia. A primeira remessa foi entregue ao Instituto Cervantes de Porto Alegre, uma instituição ligada ao governo espanhol, nesta terça-feira (9). Esses livros serão distribuídos a diversas pessoas necessitadas, principalmente através das bibliotecas municipais. Os títulos pertenciam ao acervo das bibliotecas dos Correios nos Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além da região metropolitana de São Paulo e estavam armazenados no campus da Universidade Corporativa dos Correios, em Brasília.

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A recomposição do acervo é uma ação crucial para ajudar 138 bibliotecas escolares que foram destruídas pelas enchentes em vários municípios do estado. Além da doação de livros, a campanha “Mochila Cheia”, coordenada pela Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, fornecerá também materiais escolares. O objetivo é garantir que crianças e jovens possam continuar seus estudos, mesmo diante das adversidades causadas pelas enchentes.

Publicado por Luisa Cardoso





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Brasil tem mais de 300 mil pessoas em situação de rua

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Levantamento realizado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas apontou que em dezembro de 2023, total atingiu cerca de 240 mil

DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDOMoradores de rua no Pátio do Colégio, na região central de São Paulo
A capital paulista, especificamente, tem 80.369 pessoas vivendo nas ruas

Um levantamento realizado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas revelou que 300.868 mil pessoas vivem atualmente em situação de rua em todo o Brasil. Em dezembro de 2023, esse número era de 242.756. O estudo destaca a situação crítica em São Paulo, que concentra quase metade dessa população. O estado de São Paulo registra 126.112 pessoas em situação de rua, o que representa um em cada três indivíduos nessa condição em todo o país. A capital paulista, especificamente, tem 80.369 pessoas vivendo nas ruas, um aumento de 24% em relação ao ano passado, quando o número era de 64.818.

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Os pesquisadores enfatizam a necessidade de políticas públicas voltadas para essa população, mas apontam que tais medidas não têm sido implementadas de forma eficaz. Eles alertam que é crucial que parlamentares, governantes e o Poder Executivo e Legislativo prestem atenção a essa questão, pois os índices de pessoas em situação de rua têm aumentado continuamente. A situação é agravada pelas condições climáticas adversas, como o frio intenso que tem sido registrado na capital paulista nos últimos dias.

Publicado por Luisa Cardoso





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Roubos e furtos em SP: apenas 41% dos celulares são devolvidos aos donos

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No mesmo período do ano passado, o percentual de aparelhos recuperados foi maior, atingindo 46%

Divulgação/SSP-SPCelulares apreendidos com suspeita pela polícia de São Paulo
Secretaria de Segurança Pública de São Paulo apontou o desinteresse de alguns proprietários como obstáculo

De janeiro a maio deste ano, foram apreendidos 2.509 celulares furtados ou roubados na capital paulista. No entanto, apenas 1.025 desses aparelhos retornaram aos seus proprietários, o que representa cerca de 41%, segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. No mesmo período do ano passado, o percentual de aparelhos devolvidos foi um pouco maior, atingindo 46%. A Secretaria de Segurança Pública elencou alguns motivos que dificultam a devolução dos celulares apreendidos. Um dos principais fatores é a alteração do IMEI, que é uma espécie de RG do celular. Quando os criminosos alteram esse número, torna-se mais difícil identificar a origem do aparelho. Além disso, a Secretaria apontou o desinteresse de alguns proprietários como outro obstáculo. Esse desinteresse pode ser causado pela distância entre o local do crime e a residência da vítima ou pelo fato de que muitos já receberam novos aparelhos das seguradoras.

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Publicado por Luisa Cardoso





Fonte: Jovem Pan

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