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Brasil

Moradores denunciam mais de 20 casos de envenenamento de cães na Tijuca

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No mês passado, foram registrados mais de 40 casos na Barra da Tijuca, na zona oeste, resultando na morte de seis cachorros; até agora, nenhum animal morreu no bairro da zona norte

Divulgação/Prefeitura do RioPraça Afonso Pena
Praça Afonso Pena, na Tijuca, onde estariam ocorrendo os envenenamentos

Moradores da Tijuca denunciaram mais de 20 casos de intoxicação de cachorros na zona norte do Rio de Janeiro. No mês passado, foram registrados mais de 40 casos na Barra da Tijuca, na zona oeste, resultando na morte de seis cães por envenenamento. Não se sabe se os envenenamentos foram acidentais ou intencionais. Agora, a situação se repete na Tijuca, onde pelo menos 23 cães apresentaram sinais de envenenamento nas últimas três semanas após passeios na Praça Afonso Pena. Os donos e adestradores dos cães afetados buscaram atendimento em shoppings e lojas veterinárias, onde foi detectada a possibilidade de envenenamento. A polícia está investigando os casos, e o vereador Luís Ramos Filho, presidente da comissão de defesa dos animais da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, está à frente das investigações. Até o momento, não há relatos de mortes de cães na Tijuca, ao contrário do ocorrido na Barra da Tijuca.

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As autoridades estão tentando determinar se os envenenamentos são acidentais ou intencionais. A comunidade espera que a situação seja resolvida rapidamente para evitar novas ocorrências. As investigações continuam, e a população está sendo orientada a tomar precauções ao passear com seus animais de estimação na região. Enquanto isso, os moradores estão em alerta e muitos têm evitado levar seus cães para passear em áreas públicas até que a situação seja esclarecida.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga





Fonte: Jovem Pan

Brasil

Tropa da Amazônia vai participar de operação com os Estados Unidos

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Militares brasileiros estarão no CORE 2024 (Combined Operation And Rotation Exercise), treinamento conjunto com o Exército norte-americano durante o mês de agosto nos Estados Unidos

DivulgaçãoTropa da Amazônia participará de Operação com os Estados Unidos
Em 2024, o exercício vai ocorrer no Fort Johnson/Louisiana, no Centro de Treinamento e Preparação Conjunta dos Estados Unidos

Militares do Exército Brasileiro, que são especialistas em operar no ambiente amazônico, irão participar do CORE 2024 (Combined Operation And Rotation Exercise), treinamento conjunto com o Exército norte-americano durante o mês de agosto nos Estados Unidos. A duração aproximada é de um mês. A tropa brasileira será composta por uma Companhia de Fuzileiros do 52° Batalhão de Infantaria de Selva (52º BIS), com sede em Marabá (PA), e de membros do Estado-Maior nível Batalhão e Brigada. Os brasileiros vão integrar uma unidade da 101ª Divisão Aeroterrestre (101st Airbone Division) do Exército dos Estados Unidos.

Em 2024, o exercício vai ocorrer no Fort Johnson/Louisiana, no Centro de Treinamento e Preparação Conjunta dos Estados Unidos, o Joint Readiness Training Center (JRTC). O desenvolvimento da capacidade de operação combinada entre os Exércitos do Brasil e dos Estados Unidos e a aplicação de conceitos operacionais atuais estão entre os principais objetivos da atividade. No ano passado, o Brasil recebeu uma tropa americana para a CORE 23, que foi realizado nos Estados do Pará e Amapá.

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Edições anteriores​​​

Em 2021, o Exército Brasileiro e o Exército Americano realizaram o Exercício Culminating em solo estadunidense. Após a atividade, foi assinado um programa de cooperação que estipula exercícios bilaterais anuais até o ano de 2028. Os exercícios receberam a denominação de CORE, acrônimo em inglês para Operações Combinadas e Exercícios de Rotação. Os Exercícios CORE têm a participação de tropas das Forças de Prontidão do Exército Brasileiro. Os militares do país visitante são enquadrados em unidades do Exército anfitrião. Até agora, já foram desenvolvidas duas edições no Brasil, uma em São Paulo e a outra no Pará e no Amapá, além de uma edição nos Estados Unidos.

Publicado por Carolina Ferreira





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Forças Armadas auxiliam DPU, AGU e instituições parceiras na Caravana de Direitos na Reconstrução do RS

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Evento ocorre nesta quarta-feira (24) em São Leopoldo, e na quinta-feira (25) em Novo Hamburgo

Exércicito Brasileiro Forças Armadas
Eventos ocorrerão nesta quarta e quinta-feira

Sob coordenação do Comando Conjunto da Operação Taquari II, militares das Forças Armadas ajudaram a Defensoria Pública da União (DPU), a Advocaria Geral da União (AGU) e instituições parceiras na Caravana de Direitos na Reconstrução do Rio Grande do Sul. Evento será realizado até esta quarta-feira (24), no 19° Batalhão de Infantaria Motorizado, em São Leopoldo. Anteriormente, ocorreu em Canos, também no estado do sul. Já na quinta-feira (25), reunião será na cidade de Novo Hamburgo. A ação ocorrerá das 9h às 17h, na Praça da Juventude, Bairro Santo Afonso.

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Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Sócio de Nego Di é preso em Santa Catarina

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Golpe do influenciador e empresário gerou prejuízo de R$ 5 milhões para mais de 300 pessoas; produtos da loja virtual eram vendidos e não entregues

Reprodução/Instagram/Policia Civil RS/@gabi.sousa93Nego Di e Anderson Boneti
Nego Di está preso desde o último dia 14 de julho

Na última segunda-feira (22), o sócio do influenciador e humorista Nego Di, Anderson Boneti, foi preso pela Polícia Civil, no litoral de Santa Catarina, em Bombinhas. Ambos são acusados de aplicarem golpe em mais de 300 pessoas, o que gerou prejuízo de R$ 5 milhões. Os golpes eram aplicados em uma loja virtual chamada Tadezueira, que vendia produtos com valores bem abaixo do mercado e não entregava os produtos. Conforme a polícia, para evitar a possibilidade de fuga, ps mandados de prisões preventivas foram expedidos. “No esquema criminoso, Boneti tinha a expertise digital e era responsável pelo funcionamento do site, enquanto Nego Di utilizava a sua imagem de figura pública. Agora entraremos numa segunda fase da investigação, com verificação de valores que entraram na conta e se há crimes de lavagem de dinheiro.”, explicou o delegado Fernando Sodré, chefe da Polícia Civil gaúcha.

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Nego Di foi preso no último dia 14 de julho, com pedido de prisão preventiva pelo crime de estelionato, a prisão ocorreu em Santa Catarina. A reportagem da Jovem Pan não conseguiu localizar a defesa Anderson Boneti. O espaço está aberto para qualquer manifestação.





Fonte: Jovem Pan

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