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Brasil

Número de refugiados no Brasil cresce 117% em 2023

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Principais países de origem das solicitações são da Venezuela, Cuba, Angola, Vietnã e Colômbia, com venezuelanos e afegãos sendo as nacionalidades mais reconhecidas pelo país como refugiadas

Paulo Pinto/Agência BrasilRefugiados Afegãos em Guarulhos
Desde 2011 até 2023, o Brasil recebeu um total de 46.695 solicitações de refúgio

O Brasil aumentou o número de aprovações de pedidos e o número de refugiados no país em 117% entre 2022 e 2023. Os dados são do Observatório das Migrações Internacionais (OBMigra), administrado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. Este relatório é elaborado anualmente pelo Comitê Nacional para Refugiados em colaboração com pesquisadores do observatório. Desde 2011 até 2023, o Brasil recebeu um total de 46.695 solicitações de refúgio, resultando em 143.033 pessoas sendo oficialmente reconhecidas como refugiadas até o final do ano passado. A maior parte dessas solicitações foi registrada nas unidades federativas da região Norte, com destaque para o estado de Roraima, que se tornou o principal ponto de entrada para esses pedidos.  Somente em 2023, houve um acréscimo de 8.273 solicitações em relação a 2022, o que equivale a um aumento de 16,4%. Os principais países de origem desses solicitantes foram Venezuela, Cuba, Angola, Vietnã e Colômbia, com venezuelanos e afegãos sendo as nacionalidades mais reconhecidas pelo Brasil como refugiadas.

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No Brasil, esses indivíduos encontram proteção legal e são acolhidos sob essas circunstâncias. Recentemente, uma crise humanitária chamou a atenção no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde cerca de 400 estrangeiros, a maioria deles indianos, enfrentaram dificuldades para registrar seus pedidos de refúgio. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), o problema foi causado por falhas técnicas na plataforma digital SISCONARE, sistema de tramitação de processos de refúgio no país, que ficou fora do ar durante o final de semana.

Publicado por Luisa Cardoso





Fonte: Jovem Pan

Brasil

Cadastro no Auxílio Reconstrução para prefeituras do Rio Grande do Sul é prorrogado

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Prazo foi estendido até 26 de julho devido ao atraso de muitas prefeituras e para garantir que todas as famílias necessitadas sejam contempladas; Planalto também analisa suspeitas de fraude

Lucas Leffa/Assessoria Paulo PimentaO ministro Paulo Pimenta
Paulo Pimenta é ministro da Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul

O prazo para as prefeituras dos municípios gaúchos cadastrarem novas famílias no auxílio reconstrução foi prorrogado. O ministro da Secretaria Extraordinária da Presidência da República para Apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul, Paulo Pimenta, comentou sobre o programa e abordou as suspeitas de fraude em 300 mil pedidos de acesso ao benefício. Segundo ele, o prazo foi estendido até 26 de julho devido à falta de cadastramento por muitas prefeituras e para garantir que todas as famílias necessitadas sejam contempladas. Pimenta destacou que o mesmo rigor aplicado para evitar fraudes será utilizado para assegurar que as famílias atingidas pelas enchentes recebam o auxílio de R$ 5.100. Até o momento, 323 mil famílias foram consideradas aptas a receber o benefício, e a primeira leva de análise será concluída na próxima semana. No entanto, 152 municípios ainda não cadastraram nenhuma família ou logradouro no sistema.

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Ao todo, 440 cidades têm reconhecimentos federais de situação de emergência ou estado de calamidade pública vigentes e podem solicitar o valor para cada família residente em área afetada. A prorrogação do prazo é vista como uma medida necessária para garantir que ninguém fique sem ajuda. A demora das prefeituras em cadastrar as famílias é preocupante, especialmente para aqueles que perderam tudo ou tiveram suas casas alagadas. A falha, segundo o governo federal, pode ser atribuída a problemas de comunicação ou à falta de ação das prefeituras.





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Correios doam livros para reabastecer bibliotecas no Rio Grande do Sul

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Obras abrangem ampla gama de temas, como administração, biografias, espiritualidade, filosofia, história, literatura, matemática, psicologia e sociologia

Joédson Alves/Agência BrasilUnidade de distribuição dos Correios em Brasília
A recomposição do acervo é uma ação crucial para ajudar 138 bibliotecas escolares que foram destruídas pelas enchentes

Os Correios doaram 21,5 mil livros ao sistema estadual de bibliotecas municipais do Rio Grande do Sul, que foram severamente afetadas pelas enchentes ocorridas em maio. As obras abrangem uma ampla gama de temas, como administração, biografias, espiritualidade, filosofia, história, literatura, matemática, psicologia e sociologia. A primeira remessa foi entregue ao Instituto Cervantes de Porto Alegre, uma instituição ligada ao governo espanhol, nesta terça-feira (9). Esses livros serão distribuídos a diversas pessoas necessitadas, principalmente através das bibliotecas municipais. Os títulos pertenciam ao acervo das bibliotecas dos Correios nos Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul, além da região metropolitana de São Paulo e estavam armazenados no campus da Universidade Corporativa dos Correios, em Brasília.

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A recomposição do acervo é uma ação crucial para ajudar 138 bibliotecas escolares que foram destruídas pelas enchentes em vários municípios do estado. Além da doação de livros, a campanha “Mochila Cheia”, coordenada pela Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul, fornecerá também materiais escolares. O objetivo é garantir que crianças e jovens possam continuar seus estudos, mesmo diante das adversidades causadas pelas enchentes.

Publicado por Luisa Cardoso





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Brasil tem mais de 300 mil pessoas em situação de rua

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Levantamento realizado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas apontou que em dezembro de 2023, total atingiu cerca de 240 mil

DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO CONTEÚDOMoradores de rua no Pátio do Colégio, na região central de São Paulo
A capital paulista, especificamente, tem 80.369 pessoas vivendo nas ruas

Um levantamento realizado pelo Observatório Brasileiro de Políticas Públicas revelou que 300.868 mil pessoas vivem atualmente em situação de rua em todo o Brasil. Em dezembro de 2023, esse número era de 242.756. O estudo destaca a situação crítica em São Paulo, que concentra quase metade dessa população. O estado de São Paulo registra 126.112 pessoas em situação de rua, o que representa um em cada três indivíduos nessa condição em todo o país. A capital paulista, especificamente, tem 80.369 pessoas vivendo nas ruas, um aumento de 24% em relação ao ano passado, quando o número era de 64.818.

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Os pesquisadores enfatizam a necessidade de políticas públicas voltadas para essa população, mas apontam que tais medidas não têm sido implementadas de forma eficaz. Eles alertam que é crucial que parlamentares, governantes e o Poder Executivo e Legislativo prestem atenção a essa questão, pois os índices de pessoas em situação de rua têm aumentado continuamente. A situação é agravada pelas condições climáticas adversas, como o frio intenso que tem sido registrado na capital paulista nos últimos dias.

Publicado por Luisa Cardoso





Fonte: Jovem Pan

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