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Empreendedorismo

6 dicas para não ficar endividado

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Tempo de Leitura:2 Minuto, 24 Segundo


Especialista explica como você pode organizar a sua vida financeira e fugir das dívidas

Trabalhar a inteligência emocional é uma das chaves para evitar dívidas Trabalhar a inteligência emocional é uma das chaves para evitar dívidas Imagem: venimo | Shutterstock

Segundo uma pesquisa do Instituto Locomotiva e MFM Tecnologia, o endividamento é um dos maiores vilões na vida dos brasileiros. O estudo indica que oito em cada dez famílias no país estão enfrentando algum tipo de dívida, e aproximadamente um terço delas têm dívidas em atraso. Seguindo nessa linha, um dos agravantes é o cartão de crédito que, associado a uma má gestão financeira, torna as pessoas vulneráveis a crises e imprevistos.

Para André Minucci, mentor de empresários, essa forma de pagamento, sem os devidos cuidados, pode ser uma armadilha, levando muitas pessoas a gastarem mais do que podem pagar, resultando em dívidas que se acumulam rapidamente devido aos juros altos. Nesse cenário desafiador, o treinamento de inteligência emocional é a solução.

“Ele [treinamento de inteligência emocional] pode ajudar as pessoas a compreender e gerenciar melhor suas emoções em relação ao dinheiro, evitando decisões impulsivas e comportamentos de risco que contribuem para o endividamento, garantindo uma base sólida para o futuro”, diz o especialista.

Para isso, algumas dicas importantes podem ser consideradas, como:

1. Defina um orçamento mensal

Estabeleça um orçamento mensal realista, levando em conta todas as despesas fixas e variáveis, bem como a reserva para emergências.

2. Controle os gastos

Registre todas as despesas para entender para onde está indo o dinheiro. Existem aplicativos e planilhas que podem auxiliar nesse controle.

3. Foque nas necessidades

Diferencie entre desejos e necessidades. Priorize o pagamento de contas essenciais, como moradia, alimentação e saúde, antes de gastos supérfluos.

Refletir sobre a necessidade dos produtos antes de comprá-los é uma boa estratégia contra as dívidas Imagem: GoodStudio | Shutterstock

4. Evite compras impulsivas

Reflita antes de realizar uma compra, especialmente se ela for de alto valor. Pergunte a si se o item é realmente necessário e se cabe no seu orçamento.

5. Negocie as dívidas

Caso já esteja endividado, busque negociar as dívidas. Muitas vezes é possível obter descontos ou condições de pagamento mais favoráveis.

6. Crie uma reserva para emergência

Mantenha uma reserva de emergência equivalente a pelo menos três a seis meses de despesas fixas. Isso proporciona segurança em caso de imprevistos, como perda de emprego ou despesas médicas inesperadas.

Por Mariana Martins





Fonte: Jovem Pan

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7 dicas para criar um bom portfólio profissional

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Tempo de Leitura:2 Minuto, 30 Segundo


Esse material é essencial para destacar os seus trabalhos e, consequentemente, impressionar clientes ou empregadores

Um portfólio bem elaborado é a chave para impressionar os empregadores Um portfólio bem elaborado é a chave para impressionar os empregadores Imagem: olesia_g | Shutterstock

Seja físico ou digital, o portfólio é uma ferramenta essencial para qualquer pessoa que deseja destacar suas habilidades, experiências e realizações em um formato visualmente atraente e fácil de compartilhar. Ele pode incluir projetos de design gráfico, exemplos de redação, fotografias, amostras de código de programação, entre outros. Por meio de uma boa elaboração desse material é possível impressionar potenciais empregadores, clientes ou colaboradores.

A seguir, veja como criar um portfólio atraente e eficaz!

1. Defina o seu objetivo

Antes de começar a criar o seu portfólio, defina o propósito e o público-alvo. Determine se você está criando o material para buscar emprego, atrair clientes para seu negócio ou mostrar seu trabalho para possíveis colaboradores.

2. Selecione os seus melhores trabalhos

Escolha cuidadosamente os exemplos de trabalho que você incluirá no seu portfólio. Selecione aqueles que demonstrem suas habilidades, experiências e estilo.

3. Organize o seu portfólio de forma clara e lógica

Estruture seu portfólio de uma maneira que seja fácil de navegar e entender. Organize seu trabalho por categoria, cronologia ou tema, dependendo do que fizer mais sentido para você e seu público-alvo.

O portfólio deve conter trabalhos que destacam as habilidades e experiências do profissional Imagem: Roman Samborskyi | Shutterstock

4. Destaque suas habilidades e conquistas

Inclua informações sobre suas habilidades e experiências. Além disso, “mostre os resultados que gerou para as empresas por onde passou”, destaca Patricia Y. Agopian, especialista em formação e aceleração de carreira.

5. Mantenha um design profissional coeso

O design do seu portfólio deve ser limpo, profissional e coeso. Escolha uma disposição que destaque seu trabalho sem distrações desnecessárias. Use fontes legíveis, cores que complementam seus projetos e mantenha uma constância visual. “As imagens, juntamente com o design, são tão importantes quanto o teor do texto na hora de passar uma mensagem”, destaca a mestre em comunicação Elaine Chovic.

6. Adapte seu portfólio para cada situação

Se possível, adapte seu portfólio para atender às necessidades específicas de cada oportunidade. Isso pode significar destacar projetos relevantes para a empresa ou cliente específico.

7. Mantenha o seu portfólio atualizado

À medida que conclui novos projetos ou adquire novas habilidades, certifique-se de atualizar regularmente seu portfólio. Isso garante que ele permaneça relevante e represente com precisão seu trabalho mais recente e suas capacidades atuais.





Fonte: Jovem Pan

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6 itens para levar em uma entrevista de emprego 

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Tempo de Leitura:2 Minuto, 2 Segundo


Se preparar para a entrevista de emprego é fundamental Se preparar para a entrevista de emprego é fundamental Imagem: Shutterstock

Atualmente, diferentes fases de processos seletivos têm sido realizadas de forma on-line. Contudo, o sistema de recrutamento presencial ainda persiste em muitas empresas. Logo, é fundamental que o candidato esteja preparado para encarar a entrevista presencialmente, o que inclui saber como se comportar na frente do recrutador e, principalmente, o que levar para esse grande momento.

1. Currículo 

Compareça sempre a uma entrevista com seu currículo atualizado e revisado. Leve mais de uma cópia, pois, caso tenha problema com um, terá o outro em mãos. Além disso, pode haver mais de um entrevistador presente na sala.

2. Endereço da empresa 

Mantenha o endereço e ponto de referência sempre à mão para não se perder ou atrasar. Caso haja mais de um escritório da empresa, certifique-se que o local que você irá é onde ocorrerá a entrevista.

Pasta profissional evita que os documentos amassem Imagem: Shutterstock

3. Pasta profissional 

É importante ter uma pasta ou uma bolsa que comporte perfeitamente os documentos, currículo (sem amassar) e objetos pessoais. Escolha algo discreto e profissional, pois durante a entrevista tudo conta.

4. Documentos 

Na maioria dos prédios comerciais é preciso apresentar um documento de identificação para entrar na empresa. Lembre-se de levar documento com foto para não ser barrado na porta.

5. Telefone do entrevistador ou da empresa 

É importante ter o contato da empresa ou do entrevistador anotado para ligar caso haja um imprevisto. Procure chegar, pelo menos, 5 ou 10 minutos antes para ir se acostumando com o ambiente. Se for se atrasar por qualquer motivo, comunique a empresa o mais breve possível.

6. Caneta e bloco de notas

É sempre útil ter uma caneta e um bloco de notas para anotar informações importantes que podem surgir durante a entrevista, como detalhes sobre o cargo, próximos passos no processo seletivo ou informações sobre a empresa.





Fonte: Jovem Pan

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3 dicas para organizar a vida financeira do casal

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Tempo de Leitura:2 Minuto, 40 Segundo


Especialista explica como o planejamento financeiro auxilia na realização de planos e sonhos

Criar um planejamento financeiro ajuda a realizar os planos do casal com segurança Criar um planejamento financeiro ajuda a realizar os planos do casal com segurança Imagem: Dragana Gordic | Shutterstock)

Alguns casais costumam traçar planos e metas para o futuro da relação. Nesse contexto, o planejamento financeiro é essencial para garantir que os objetivos sejam alcançados. Isso ajuda a trazer estabilidade e transparência, fortalecendo o relacionamento e o compromisso com a vida a dois. Além disso, diminui o estresse e as preocupações, deixando o casal preparado para possíveis emergências.

“Para os casais que sonham com uma vida conjunta tranquila, é extremamente importante ter em mente que a organização financeira deve ser o principal pilar dessa construção. Somente com ela é possível alcançar objetivos compartilhados e garantir uma base sólida para o futuro, sem precisar passar por problemas ou sofrer com imprevistos. Ela fortalece a parceria”, destaca Ana Paula Oliveira, executiva de negócios da Simplic, fintech de crédito pessoal.

A seguir, a profissional compartilha três dicas para ajudar os casais a gerenciarem o seu orçamento. Confira!

1. Definam objetivos comuns

Seja a curto, médio ou longo prazo, ter metas compartilhadas ajuda a manter o foco e a motivação. Isso pode incluir comprar uma casa, economizar para a aposentadoria ou planejar férias anuais. A colaboração nesse processo é fundamental para alinhar as expectativas e garantir que todos estejam comprometidos com as metas estabelecidas. Objetivos financeiros bem-definidos proporcionam um senso de direção e propósito, permitindo que os casais façam escolhas mais conscientes e planejadas em relação ao uso desses recursos. 

Categorize as despesas para identificar áreas em que é possível economizar Imagem: fizkes | Shutterstock

2. Criem um orçamento detalhado

Ao categorizar as despesas do casal, fica mais fácil identificar áreas em que é possível economizar. Por exemplo, gastos com lazer e compras podem ser reduzidos sem comprometer a qualidade de vida, permitindo que os recursos economizados sejam direcionados para objetivos prioritários, como poupança conjunta, investimentos ou pagamento de dívidas compartilhadas. Esta abordagem sistemática não só proporciona uma visão clara da situação financeira atual, mas também facilita a tomada de decisões sobre como alocar os recursos de forma mais eficaz para alcançar as metas juntos.

3. Dividam as responsabilidades financeiras

Distribuir as responsabilidades de forma equilibrada, como quem será responsável pelo pagamento das contas, monitoramento do orçamento e controle dos investimentos, é uma forma de manter a organização e a transparência do casal. 

Com cada parceiro ciente de suas responsabilidades específicas, é possível planejar melhor o uso dos recursos, garantindo que todas as obrigações sejam cumpridas em tempo hábil e que haja um acompanhamento contínuo do orçamento e dos investimentos, promovendo uma parceria financeira saudável.

Por Daniela Albuquerque





Fonte: Jovem Pan

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