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Prefeitura de São Paulo decide fechar parques quando houver previsão de chuvas fortes

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Medida vale para quando a houver possibilidade de precipitação de chuvas a partir de 40 milímetros e/ou velocidade de ventos a partir de 40 km/h

CRIS FAGA/ESTADÃO CONTEÚDOdia de calor em SP
Populares aproveitam tarde de sol e calor no Parque do Ibirapuera, na zona sul de São Paulo, nesta segunda-feira

A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), publicou uma nova portaria em que determina o fechamento dos parques municipais quando houver a previsão de precipitação de chuvas a partir de 40 milímetros e/ou velocidade de ventos a partir de 40 km/h. Caso a decisão ocorra após o parque municipal já ter sido aberto, os funcionários deverão conduzir os visitantes a locais seguros e com estruturas previamente definidas.  Entre os motivos por trás da medida, há a observação de que “o período correspondente às chuvas de verão aumenta consideravelmente o risco de queda de árvores e de acidentes associados às condições das trilhas internas e áreas dos parques municipais, inclusive danos e riscos patrimoniais aos bens públicos e particulares”, assim como à própria saúde e integridade física dos visitantes dos locais. Também são considerados os critérios em relação à umidade relativa do ar.  Em janeiro deste ano, quatro pessoas ficaram feridas após uma estrutura metálica usada para a manutenção da marquise do Parque Ibirapuera, zona sul da cidade, cair durante as chuvas que atingiram a capital, naquela ocasião. O local chegou a ser fechado ao público pela Urbia, concessionária que administra o parque.

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Conforme portaria do dia 21 de maio deste ano, assinada pelo secretário Rodrigo Pimentel Pinto Ravena, procedimentos e medidas preventivas diante de eventos climáticos extremos devem ser adotados nos parques naturais municipais e parques urbanos municipais. A portaria entrou em vigor na data de sua publicação Ainda de acordo com a portaria, as medidas serão tomadas com base em critérios técnicos, como o monitoramento de dados pluviométricos, previsão meteorológica e observações de campo. A referência principal será o Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) da Prefeitura de São Paulo e o acompanhamento será constante, de acordo com a secretaria.  As informações sobre fechamento dos parques municipais estarão disponíveis nos quadros de aviso e serão veiculadas nas páginas e redes sociais da secretaria, que será responsável por informar primeiramente os parques. Ainda de acordo com a portaria, os parques municipais também poderão permanecer fechados no dia seguinte ao fenômeno climático, caso seja avaliado pela equipe técnica que as condições das trilhas e as condições do solo, em geral, não apresentam segurança de uso.

*Com informações do Estadão Conteúdo





Fonte: Jovem Pan

Brasil

Marina Silva culpa ação humana por incêndios no Pantanal e Amazônia: ‘Uma das piores situações já vistas’

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Tempo de Leitura:2 Minuto, 54 Segundo


Segundo a ministra, o governo antecipou ações que adotaria em agosto e que desde o início de maio está em ‘pronta ação’

WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDOA ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, durante apresentação e coletiva de imprensa realizada em meio às celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente
Marina Silva pretende visitar Corumba, Mato Grosso do Sul, na sexta-feira (28)

A ministra do Meio Ambiente e das Mudanças do Clima, Marina Silva, alertou sobre a gravidade dos incêndios no Pantanal e responsabilizou a “ação humana” pelos incêndios no Pantanal e na Amazônia, destacando que eles são intensificados por extremos climáticos e ações criminosas. “Temos um esgarçamento de um problema climático que vocês viram acontecer com chuvas no Rio Grande do Sul, e que nós sabíamos que iria acontecer com seca, envolvendo a Amazônia e o Pantanal. Agora, nós temos uma ação de pessoas que usam a queima controlada do fogo”, afirmou a ministra nesta segunda-feira (24) após uma reunião da “sala de situação” sobre o assunto, no Palácio do Planalto. Marina prosseguiu: “O único meio que nós teríamos de evitar (o fogo) é que as pessoas não queimem. E elas não estão conscientes ainda o suficiente para entender que combater o fogo é evitar o fogo.”

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Segundo a ministra, o governo antecipou ações que adotaria em agosto e que desde o início de maio está em “pronta ação”. Ela ressaltou que a pasta decretou situação de emergência em relação ao fogo no mês de abril  eque o Ministério do Meio Ambiente já vinha planejando ações para lidar com os incêndios desde outubro do ano passado. De acordo com Marina, mais de 80% dos incêndios ocorrem em propriedades privadas, o que torna a situação ainda mais preocupante. Neste momento, o ministério tem a perspectiva de receber um adicional. Atualmente, disse ela, são 175 brigadistas do Ibama e 53 do ICMBio em ação, além de 53 combatentes da Marinha e mais 250 profissionais. Segundo ela, haverá um adicional de 50 brigadistas do Ibama e de 60 da Força Nacional.

Segundo ela, o Ministério da Justiça e Segurança Pública participa das ações com um trabalho de inteligência “para que todos os criminosos que estão provocando incêndios possam ser devidamente investigados e punidos”. A ministra afirmou que as práticas envolvem principalmente a renovação de pastagens e da queima controlada. “Todos aqueles que fizerem o uso do fogo para a renovação de pastagens ou para a atividade qualquer que seja ela estará cometendo um delito”, declarou. “Neste momento, é fundamental parar de usar fogo para qualquer coisa. E, nesse período, não tem incêndio por raio. O que está acontecendo é incêndio por ação humana”, disse. Na sexta-feira, 28, Marina e demais ministros pretendem visitar o município de Corumbá (MS) para analisar os impactos dos incêndios. A decisão ocorreu após a reunião da “sala de situação”, que também teve a presença do ministro do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, e da ministra do Planejamento, Simone Tebet.

*Com informações do Estadão Conteúdo

 





Fonte: Jovem Pan

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Temperaturas no Brasil devem aumentar entre 1ºC e 6ºC até 2100

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Mais de 300 cidades brasileiras foram impactadas por eventos climáticos significativos em 2023; neste ano, 458 municípios do Rio Grande do Sul sofrendo com inundações

CRIS FAGA/DRAGONFLY PRESS/ESTADÃO CONTEÚDOPedestres enfrentam tarde de sol e calor na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo
Pedestres enfrentam tarde de sol e calor na Avenida Paulista, região central de São Paulo

As mudanças climáticas têm trazido novos desafios para as cidades, especialmente no que diz respeito ao ciclo da água. Essas consequências têm impactado a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo, resultando em inundações e incêndios que afetam diretamente os ecossistemas, sistemas alimentares, meios de subsistência e a indústria. De acordo com o Relatório de Avaliação Nacional do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, as temperaturas no Brasil devem aumentar entre 1ºC e 6ºC até 2100, comparado ao século passado. Além disso, a ocorrência de secas e estiagens prolongadas tende a se intensificar, principalmente no final deste século. A escassez hídrica é um problema crescente e as alterações climáticas podem agravar ainda mais a situação, resultando em longos períodos de estiagem e ampliação de zonas áridas. Por isso, medidas para controlar os impactos das mudanças climáticas são fundamentais para garantir a sustentabilidade das cidades.

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No ano passado, mais de 300 cidades brasileiras foram impactadas por eventos climáticos significativos. Neste ano, 458 municípios do Rio Grande do Sul sofrendo com inundações. Isso evidencia a urgência de ações para lidar com os desafios trazidos pelas mudanças climáticas e garantir a segurança e bem-estar da população. Diante desse cenário, é fundamental que autoridades e sociedade se preparem para enfrentar os impactos das mudanças climáticas, desenvolvendo infraestruturas mais adequadas e adotando práticas sustentáveis. A redução de emissões de gases do efeito estufa e a adaptação aos impactos já existentes são medidas essenciais para lidar com os desafios climáticos e garantir um futuro mais resiliente para as cidades.

Publicada por Felipe Cerqueira

*Reportagem produzida com auxílio de IA





Fonte: Jovem Pan

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Brasil

Famílias do RS podem se cadastrar no Auxílio Reconstrução até amanhã

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Medida é válida para cidades com decreto de estado de calamidade ou de situação de emergência; estado gaúcho pode solicitar até R$ 5,1 mil para cada família

João Geraldo Borges Júnior/PixabayNotas e moedas de baixo valor espalhadas em mesa
Estado sofreu com fortes chuvas e alagamentos no último mês

Termina nesta terça-feira (25) o prazo para prefeituras gaúchas cadastrarem famílias residentes em áreas afetadas pelas enchentes. Elas vão receber o Auxílio Reconstrução. Ele é válido para cidades com decreto de estado de calamidade ou de situação de emergência. Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, 444 municípios do Rio Grande do Sul estão com reconhecimento federal vigente e podem solicitar R$ 5,1 mil para cada família. Até o último sábado (22), 182 cidades ainda não haviam pedido o benefício. “As prefeituras devem cadastrar os dados das famílias na página do Auxílio Reconstrução. Após a análise no sistema, o responsável familiar precisa confirmar as informações no mesmo site. Na sequência, a Caixa Econômica Federal realiza o depósito em conta”, informou a Secom.

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Números

Dados do governo indicam que 256,7 mil famílias de 115 municípios gaúchos já foram aprovadas para receber o benefício, sendo que 208 mil encaminharam a confirmação dos dados. Entre as que confirmaram as informações, 202 mil já estão com os R$ 5,1 mil em conta, o que totaliza pouco mais de R$ 1 bilhão.

A expectativa do governo federal é atender 375 mil famílias gaúchas, representando R$ 1,9 bilhão em benefícios. O valor destinado ao Auxílio Reconstrução, inicialmente, era de R$ 1,23 bilhão para 240 mil famílias. Na última quarta-feira (19), entretanto, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional anunciou crédito extraordinário de R$ 689,6 milhões.

Entenda

O Auxílio Reconstrução foi criado pela Medida Provisória nº 1.219/2024. Por meio do benefício, famílias desalojadas ou desabrigadas do Rio Grande do Sul podem receber R$ 5,1 mil em parcela única para ajudar na recuperação de bens perdidos nas enchentes.

“Não há critério definido para a utilização do recurso: o valor pode ser aplicado onde as vítimas avaliarem melhor”, destacou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República.

*Com informações da Agência Brasil

Publicado por Tamyres Sbrile





Fonte: Jovem Pan

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