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Empreendedorismo

Veja por que construir uma jornada atraente para o colaborador

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Investir na jornada do colaborador é essencial para a estratégia de negócios Investir na jornada do colaborador é essencial para a estratégia de negócios Imagem: fizkes | Shutterstock

Investir na jornada do colaborador é investir na estratégia de negócios, uma vez que os resultados dependem do grau de comprometimento e satisfação dos colaboradores. Não se dedicar na jornada pode comprometer o alcance das expectativas dos funcionários, levando à diminuição da produtividade, ao aumento da rotatividade de profissionais e à dificuldade em atrair novos talentos.

De alguns anos para cá, as pessoas têm priorizado outros aspectos além de salário e benefícios na hora de escolher uma empresa para trabalhar. Nesse contexto, entram na equação, principalmente, a cultura organizacional, a qualidade de vida que o profissional terá na posição ocupada e a experiência que a empresa proporcionará a esse colaborador durante a jornada de trabalho. 

Inversão de prioridades

Isso não significa que a remuneração financeira não seja importante, porém tem crescido a exigência em relação à experiência que esse profissional terá na organização. Muitas vezes, ao que parece, bons salários não são mais suficientes para reter grandes talentos, conforme mostra uma pesquisa realizada pela Microsoft em 2021.

Segundo os dados coletados pela companhia, 18% das pessoas decidiram se demitir a partir do entendimento que a rotina profissional caminhava na contramão de suas prioridades pessoais. Desse total, 24% dos entrevistados disseram ter pedido desligamento para priorizar a saúde mental e o bem-estar. Em contrapartida, perante esses pedidos de demissão, a ausência de promoções ou aumentos salariais foi a justificativa menos mencionada, com 19%. Isso ilustra ainda mais essa inversão de prioridades.

Uma jornada envolvente impulsiona bem-estar, produtividade e coesão cultural Imagem: fizkes | Shutterstock

Jornada de trabalho acolhedora

A partir dessas informações, fica claro que as empresas precisam priorizar uma jornada de trabalho atraente para o colaborador. Isso significa levar em consideração a diversidade do público interno, de forma que a empresa consiga se conectar genuinamente com cada profissional de forma um pouco mais personalizada. 

Quando a jornada conquista o colaborador, ela consequentemente promove bem-estar, garante fit cultural e faz com que esse profissional se sinta acolhido e pertencente à empresa. Com isso, a produtividade aumenta, o engajamento ganha força e a cultura organizacional se mantém viva.

Todos esses pontos são essenciais para integrar as equipes ao fluxo da comunicação. Afinal, se o colaborador não se sente bem-informado, não tem espaço para desenvolver sua voz ativa ou não enxerga o valor que seu trabalho tem para o crescimento do negócio, provavelmente ele passará a se sentir desmotivado em sua rotina.

Importância da comunicação interna

Algumas iniciativas podem ser desenvolvidas para fazer com que essa jornada consiga ser trilhada de forma mais atrativa e personalizada. Para isso, é essencial que a empresa conheça detalhadamente o perfil das pessoas que integram a organização. Informações como faixa etária, nível de escolaridade, aspectos regionais, traços de raça e cultura, questões de gênero, religiosidade e outras são importantes ferramentas para a compreensão geral de como é constituída a força de trabalho na empresa.

Essas características permitem que setores como os de CI e de RH desenvolvam ações afirmativas, promovam a diversidade e construam a comunicação de forma mais humanizada. Afinal, por mais que a cultura organizacional seja uma só, a intenção deve ser conseguir conectá-la ao maior número de colaboradores possível. O segredo está em contar com uma plataforma de comunicação interna, que permita essa uma análise qualificada do perfil do colaborador e um acompanhamento contínuo do engajamento desse profissional.

Pilar estratégico para atrair e reter talentos

Assim, munida de dados para conduzir as melhores estratégias e construir uma jornada cada vez mais atrativa para os profissionais, a comunicação interna pode ser uma importante aliada da empresa que visa atrair e reter talentos. Não é à toa que, segundo um estudo publicado pela Gallagher em 2022, a área de CI é vista por 82% dos respondentes como um dos principais impulsionadores da experiência do colaborador na organização. 

Ou seja, cabe ao setor fortalecer aspectos da cultura, conhecer a rotina de trabalho, monitorar o clima organizacional e garantir que todas as pessoas estejam envolvidas na construção dessa jornada. Afinal, é por meio da comunicação interna que a empresa se aproxima das pessoas para que, juntas, caminhem rumo ao sucesso e ao bem-estar corporativo.

Por Hugo Godinho

CEO da Dialog, HR Tech líder em Comunicação Interna e engajamento no Brasil





Fonte: Jovem Pan

Empreendedorismo

Veja as consequências do bullying no ambiente de trabalho

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Psicóloga explica como a intimidação sistemática pode prejudicar os funcionários e a empresa

O bullying corporativo afeta a saúde mental e a produtividade, sendo essencial adotar medidas preventivas O bullying corporativo afeta a saúde mental e a produtividade, sendo essencial adotar medidas preventivas Imagem: fizkes | Shutterstock

O bullying é uma realidade alarmante nos ambientes de trabalho contemporâneos, cujas consequências vão muito além do impacto individual. Caracterizado por comportamentos persistentes que visam humilhar, intimidar ou prejudicar um colega, ele pode assumir diversas formas, desde assédio verbal e psicológico até sabotagem profissional.

Neste contexto, compreender suas consequências e adotar medidas preventivas torna-se crucial para mitigar seus impactos. “O bullying não apenas afeta a vítima, mas também toda a organização, reduzindo a produtividade, aumentando o absenteísmo e criando um clima de medo e desconfiança”, explica a psicóloga Soraya Lopes.

Sinais e consequências do bullying no trabalho

Os sinais de que um funcionário pode estar sofrendo bullying incluem mudanças de comportamento, redução na produtividade, afastamentos frequentes e sintomas físicos como dores de cabeça e insônia. Soraya Lopes destaca que os impactos podem ser profundos, levando a depressão, ansiedade, estresse crônico e até síndrome de burnout.

Além dos impactos individuais, o bullying no ambiente de trabalho pode comprometer a eficácia das equipes e a reputação da empresa. Um ambiente tóxico desencoraja a colaboração e a comunicação aberta, elementos essenciais para a inovação e resolução de problemas.

“Quando os funcionários temem represálias ou humilhação, a confiança é corroída e a moral da equipe cai significativamente”, observa Soraya Lopes. Essa atmosfera negativa pode levar a uma alta rotatividade de funcionários, o que aumenta os custos com recrutamento e treinamento de novos colaboradores.

As empresas devem criar um ambiente seguro e encorajador para que os funcionários possam denunciar e receber apoio Imagem: Mangostar | Shutterstock

Combatendo o bullying

Para combater o bullying, Soraya Lopes sugere a implementação de políticas claras, treinamentos regulares, canais de denúncia e apoio psicológico. “É essencial que as empresas estabeleçam um ambiente onde os funcionários se sintam seguros para denunciar e buscar ajuda”, diz a psicóloga.

A profissional também enfatiza a importância da liderança na criação de um ambiente de trabalho saudável. “Os líderes têm um papel crucial em modelar comportamentos respeitosos e em estabelecer uma cultura de zero tolerância ao bullying”, afirma. Ela sugere que os gestores recebam treinamento específico para identificar e lidar com situações de bullying, promovendo um ambiente inclusivo e solidário.

Além disso, incentiva a adoção de programas de bem-estar que abordem a saúde mental, oferecendo recursos como sessões de terapia e workshops sobre resiliência e gestão de estresse. “Ao investir no bem-estar dos funcionários, as empresas não apenas previnem o bullying, mas também cultivam um ambiente onde todos podem prosperar”, conclui a psicóloga.

Por Elisangela Evangelista





Fonte: Jovem Pan

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7 dicas para criar um bom portfólio profissional

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Esse material é essencial para destacar os seus trabalhos e, consequentemente, impressionar clientes ou empregadores

Um portfólio bem elaborado é a chave para impressionar os empregadores Um portfólio bem elaborado é a chave para impressionar os empregadores Imagem: olesia_g | Shutterstock

Seja físico ou digital, o portfólio é uma ferramenta essencial para qualquer pessoa que deseja destacar suas habilidades, experiências e realizações em um formato visualmente atraente e fácil de compartilhar. Ele pode incluir projetos de design gráfico, exemplos de redação, fotografias, amostras de código de programação, entre outros. Por meio de uma boa elaboração desse material é possível impressionar potenciais empregadores, clientes ou colaboradores.

A seguir, veja como criar um portfólio atraente e eficaz!

1. Defina o seu objetivo

Antes de começar a criar o seu portfólio, defina o propósito e o público-alvo. Determine se você está criando o material para buscar emprego, atrair clientes para seu negócio ou mostrar seu trabalho para possíveis colaboradores.

2. Selecione os seus melhores trabalhos

Escolha cuidadosamente os exemplos de trabalho que você incluirá no seu portfólio. Selecione aqueles que demonstrem suas habilidades, experiências e estilo.

3. Organize o seu portfólio de forma clara e lógica

Estruture seu portfólio de uma maneira que seja fácil de navegar e entender. Organize seu trabalho por categoria, cronologia ou tema, dependendo do que fizer mais sentido para você e seu público-alvo.

O portfólio deve conter trabalhos que destacam as habilidades e experiências do profissional Imagem: Roman Samborskyi | Shutterstock

4. Destaque suas habilidades e conquistas

Inclua informações sobre suas habilidades e experiências. Além disso, “mostre os resultados que gerou para as empresas por onde passou”, destaca Patricia Y. Agopian, especialista em formação e aceleração de carreira.

5. Mantenha um design profissional coeso

O design do seu portfólio deve ser limpo, profissional e coeso. Escolha uma disposição que destaque seu trabalho sem distrações desnecessárias. Use fontes legíveis, cores que complementam seus projetos e mantenha uma constância visual. “As imagens, juntamente com o design, são tão importantes quanto o teor do texto na hora de passar uma mensagem”, destaca a mestre em comunicação Elaine Chovic.

6. Adapte seu portfólio para cada situação

Se possível, adapte seu portfólio para atender às necessidades específicas de cada oportunidade. Isso pode significar destacar projetos relevantes para a empresa ou cliente específico.

7. Mantenha o seu portfólio atualizado

À medida que conclui novos projetos ou adquire novas habilidades, certifique-se de atualizar regularmente seu portfólio. Isso garante que ele permaneça relevante e represente com precisão seu trabalho mais recente e suas capacidades atuais.





Fonte: Jovem Pan

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6 itens para levar em uma entrevista de emprego 

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Se preparar para a entrevista de emprego é fundamental Se preparar para a entrevista de emprego é fundamental Imagem: Shutterstock

Atualmente, diferentes fases de processos seletivos têm sido realizadas de forma on-line. Contudo, o sistema de recrutamento presencial ainda persiste em muitas empresas. Logo, é fundamental que o candidato esteja preparado para encarar a entrevista presencialmente, o que inclui saber como se comportar na frente do recrutador e, principalmente, o que levar para esse grande momento.

1. Currículo 

Compareça sempre a uma entrevista com seu currículo atualizado e revisado. Leve mais de uma cópia, pois, caso tenha problema com um, terá o outro em mãos. Além disso, pode haver mais de um entrevistador presente na sala.

2. Endereço da empresa 

Mantenha o endereço e ponto de referência sempre à mão para não se perder ou atrasar. Caso haja mais de um escritório da empresa, certifique-se que o local que você irá é onde ocorrerá a entrevista.

Pasta profissional evita que os documentos amassem Imagem: Shutterstock

3. Pasta profissional 

É importante ter uma pasta ou uma bolsa que comporte perfeitamente os documentos, currículo (sem amassar) e objetos pessoais. Escolha algo discreto e profissional, pois durante a entrevista tudo conta.

4. Documentos 

Na maioria dos prédios comerciais é preciso apresentar um documento de identificação para entrar na empresa. Lembre-se de levar documento com foto para não ser barrado na porta.

5. Telefone do entrevistador ou da empresa 

É importante ter o contato da empresa ou do entrevistador anotado para ligar caso haja um imprevisto. Procure chegar, pelo menos, 5 ou 10 minutos antes para ir se acostumando com o ambiente. Se for se atrasar por qualquer motivo, comunique a empresa o mais breve possível.

6. Caneta e bloco de notas

É sempre útil ter uma caneta e um bloco de notas para anotar informações importantes que podem surgir durante a entrevista, como detalhes sobre o cargo, próximos passos no processo seletivo ou informações sobre a empresa.





Fonte: Jovem Pan

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